Picanha Brasileira brilha em ranking global de 2025/2026: veja o impacto!

Picanha Brasileira Brilha em Ranking Global e Fortalece Imagem Gastronômica do País
A picanha brasileira recuperou destaque no cenário internacional ao ser classificada entre os melhores pratos do mundo no ranking 2025/2026 do TasteAtlas. Este guia gastronômico dos Estados Unidos posicionou o corte nobre, símbolo do churrasco nacional, na 15ª colocação global.
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Este reconhecimento não apenas ressalta o apelo culinário do prato, mas também reforça a importância da cadeia pecuária brasileira no comércio mundial. O sucesso do corte está ligado às suas características únicas.
O Apelo do Corte Nobre no Mercado Mundial
Segundo o levantamento, o valor da picanha deve-se à sua origem: é uma peça retirada da parte superior traseira do boi, mantendo sua capa de gordura e sendo preparada de maneira simples. Essa combinação é o que eleva a qualidade percebida do corte.
Essa combinação tem sido fundamental para aumentar o reconhecimento da picanha fora do Brasil. Em mercados como os Estados Unidos, ela é comercializada como “top sirloin cap”, e o conceito de “brazilian barbecue” solidificou sua projeção.
Produção e Valor Agregado da Picanha
Em um boi de aproximadamente 600 kg, são retiradas apenas duas peças de picanha, totalizando cerca de 1,5 kg. Por ser um corte pequeno e de alta qualidade, ele naturalmente possui um valor mais elevado.
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Estima-se que, com um abate em 2025, o Brasil tenha produzido algo em torno de 85 milhões de peças de picanha. Embora isso represente uma pequena fração do volume total de carne — que ultrapassa 11 milhões de toneladas —, o corte concentra um alto valor agregado.
Estratégia da Pecuária Brasileira em Mercados Premium
A picanha simboliza a estratégia da pecuária brasileira de avançar em nichos de mercado mais exigentes. O país conta com um rebanho superior a 230 milhões de cabeças e ganhos de produtividade que sustentam essa produção.
Neste contexto, cortes de maior valor, como a picanha, ganham relevância estratégica. Mesmo representando um volume menor, essas peças têm grande potencial para capturar valor, especialmente no setor de serviços de alimentação internacional.
A História e a Diversificação Gastronômica
O Brasil foi o responsável por transformar a picanha em um ícone gastronômico, especialmente com o método de preparo na brasa, popularizado a partir dos anos 1970. A história mais conhecida aponta o açougueiro húngaro Lázló Wessel, em São Paulo, nos anos 1950, como figura central na popularização do corte.
Além da picanha, outros pratos brasileiros também ganharam destaque no ranking do TasteAtlas, como a costela bovina, que ficou na 35ª posição, e a moqueca baiana, na 98ª, mostrando a diversidade da culinária nacional no cenário global.
Conclusão sobre o Potencial do Agronegócio Brasileiro
O reconhecimento internacional da picanha reafirma a qualidade do gado brasileiro e a capacidade do setor pecuário de agregar valor a produtos típicos. A picanha continua sendo um motor de projeção para a gastronomia nacional.
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