PF Agende Depoimentos Cruciais em Caso de Crimes Financeiros de R$ 12 Bilhões

PF agendará depoimentos cruciais em caso de crimes financeiros envolvendo Master e BRB. Ex-executivos como Augusto Lima e Luiz Antônio Bull serão ouvidos

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(Imagem de reprodução da internet).

Investigação da PF Apontapara Depoimentos Cruciais em Caso de Crimes Financeiros

A Polícia Federal (PF) intensificou as investigações sobre suspeitas de crimes financeiros relacionados à venda de falsas carteiras de crédito consignado do Master para o Banco Regional de Brasília (BRB). Uma nova rodada de depoimentos foi agendada para o final de janeiro e início de fevereiro, envolvendo ex-executivos de instituições financeiras.

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Os depoimentos serão conduzidos por iniciativa da corporação e incluem nomes como Augusto Lima, ex-sócio do Master; Luiz Antônio Bull, ex-diretor do BRB; Dario Oswaldo Garcia Junior, ex-diretor financeiro da instituição financeira de Brasília; e Robério Mangueira, superintendente de operações financeiras do BRB.

Além disso, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi intimado para prestar um segundo depoimento.

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O objetivo da investigação é determinar a participação de cada um dos envolvidos no negócio de venda de falsas carteiras de crédito consignado, que totaliza um valor de R$ 12 bilhões. Até o momento, a PF já realizou depoimentos com o dono do Master, Paulo Henrique Costa e o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, conduzidos em 30 de dezembro, sob a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Após as oitivas, a PF buscará esclarecer os detalhes do caso. O dono do Master apresentou críticas à ação da PF em seu depoimento, afirmando que seu banco cumpriu com todos os compromissos financeiros. Já o ex-presidente do BRB admitiu que a instituição financeira pública ainda não recuperou cerca de R$ 2 bilhões investidos no Master.

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A equipe de investigação da PF continua analisando os materiais apreendidos durante a operação, iniciada em 18 de novembro. A expectativa é que, até o final do mês, com a realização dos depoimentos, a PF possa utilizar informações obtidas em telefones celulares para confrontar os investigados.

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