Petróleo e Dólar Disparam: Impacto Global nos Preços de Commodities em 2026

Petróleo e Dólar Turbinam! Preços sob Impacto Global em 2026. Acompanhe a volatilidade do mercado de commodities e o efeito nos preços do algodão, cacau e café. Saiba mais!

26/02/2026 17:45

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(Imagem de reprodução da internet).

Mercado Global de Commodities: Petróleo, Dólar e Impacto nos Preços

A sessão de quinta-feira, 26 de junho de 2026, na Bolsa de Nova York, foi marcada por uma dinâmica complexa no mercado de commodities, com a valorização do petróleo e da moeda americana exercendo influência sobre os preços de produtos como algodão, cacau, açúcar e café.

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Os contratos futuros de petróleo registraram um aumento de 90 centavos de dólar por barril, atingindo US$ 66,36. Paralelamente, o índice do dólar americano avançou 0,295 ponto, fechando em 97,920. Essa valorização simultânea do petróleo e do dólar gerou preocupações no mercado em relação à inflação e à desaceleração econômica global, fatores que podem impactar negativamente o consumo de produtos têxteis.

O aumento do dólar americano elevou o custo de importação para países que dependem de importações, o que pode levar a uma redução na demanda internacional e, consequentemente, a movimentos de venda por parte de fundos de investimento.

Algodão, Cacau, Açúcar e Café: Cenário de Preços

Os preços do algodão apresentaram uma queda de 1,22%, fechando em US$ 65,36 por libra-peso. Já o cacau registrou um ganho de 0,36%, com o contrato para entrega em maio cotado em US$ 3.063 a tonelada. O mercado de cacau, no entanto, enfrenta pressão baixista devido a informações sobre aumento do potencial de produção na Costa do Marfim e em outros países fora da África Ocidental, incluindo Ásia e América Central.

Um analista da Price Futures Group, Jack Scoville, destacou a importância das chuvas positivas para a próxima safra na África Ocidental e o impacto de uma grande safra principal na região.

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O mercado de açúcar também apresentou sinais de cautela, com a queda de 0,36% nos contratos futuros, impulsionada por informações do Financial Times sobre a possível elevação de impostos sobre bebidas com alto teor de açúcar na China. O analista da Safras & Mercado, Maurício Muruci, ressaltou que o consumo de açúcar tem recuado nos últimos anos, contribuindo para a pressão sobre os preços.

O mercado de café também acompanhou a tendência de cautela, com uma queda de 0,90% no contrato futuro para entrega em maio, devido a estimativas de aumento na safra global, conforme divulgado por um relatório do Rabobank. O banco destacou que a safra brasileira tem expectativa de resultado excepcional, impulsionando a produção mundial.

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