Petróleo Dispara a US$ 120? Alerta de Crescimento e Impacto Global!

Em 27 de abril de 2026, um alerta indicou que o preço do petróleo pode atingir US$ 120 por barril ainda neste ano, impulsionado por fatores relacionados ao cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, um evento que ocorreu no início do mês, conforme informações divulgadas pelo Poder360.
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As projeções são baseadas em análises do banco, que preveem uma média de US$ 90 para o petróleo Brent no último trimestre de 2026, elevando-se de uma estimativa anterior de US$ 80, caso a normalização das exportações do Oriente Médio ocorra até o final de junho.
Cenários e Impactos Potenciais
Segundo as análises, se as exportações não se recuperarem até o final de julho e a capacidade de produção for consistentemente reduzida, o preço do petróleo pode chegar a quase US$ 120 no quarto trimestre. O Goldman Sachs projeta que o WTI (West Texas Intermediate), utilizado nos EUA, atingirá US$ 83 por barril no mesmo período, elevando a expectativa anterior de US$ 75.
A situação de navegação no Golfo Pérsico permanece complexa, com quase dois meses de paralisação devido ao conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, embora a rota marítima esteja praticamente livre para o tráfego de petroleiros.
Reações do Mercado e Expectativas
Os preços do petróleo subiram mais de 20% desde 17 de abril, quando as negociações de paz entre os países estagnaram. Apesar de o Brent ter se aproximado de US$ 120 em março, houve rápidas correções. Analistas do Goldman Sachs apontam que a redução das expectativas de reabertura da passagem de Ormuz diminuiu o risco e levou a uma queda nos estoques, o que contribui para que os preços permaneçam abaixo do pico de março.
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Os futuros de Brent com vencimento mais longo indicam uma expectativa de queda nos preços, com contratos de dezembro sendo negociados em torno de US$ 85,80.
Desafios e Riscos Adicionais
Os analistas do banco alertam sobre “cicatrizes” de longo prazo na capacidade de produção do Oriente Médio, estimada em cerca de 500 mil barris por dia, devido a [informação omitida]. Além disso, eles preveem que as consequências econômicas de preços mais altos de energia seriam maiores do que o valor nominal do petróleo, devido aos riscos de escassez de produtos e à “escala sem precedentes do choque”.
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