Petrobras Age Urgente: Querosene de Aviação Dispara e Passagens Aumentam!

Petrobras toma atitude! Querosene de aviação dispara: Azul e outras companhias aéreas sob risco de alta nas passagens. Saiba como a estatal vai agir!

01/04/2026 14:34

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(Imagem de reprodução da internet).

Petrobras Anuncia Medida para Mitigar Aumento do Preço do Querosene de Aviação

A Petrobras anunciou uma estratégia para amenizar os impactos do recente reajuste no preço do querosene de aviação (QAV), o combustível essencial para as companhias aéreas. A medida, divulgada nesta quarta-feira, 1º de julho de 2026, permitirá que as distribuidoras que atendem o setor aéreo aumentem seus custos em apenas 18% durante o mês de abril.

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O restante do aumento, que corresponde a 36,8%, será oferecido em parcelas, com a primeira cobrança a partir de julho de 2026. A Petrobras disponibilizará um termo de adesão ao mecanismo até a próxima segunda-feira, 6, permitindo que as distribuidoras escolham como alocar o restante do reajuste.

A estatal também prevê a possibilidade de parcelamento em maio e junho, mas ainda não divulgou os parâmetros específicos para esses meses. A iniciativa visa proteger a saúde financeira dos clientes da Petrobras, considerando a forte alta nas cotações internacionais de derivados de petróleo, intensificada por tensões geopolíticas recentes na região do Oriente Médio.

O governo federal acompanha de perto a situação, buscando evitar que a alta dos preços dos combustíveis afete diretamente a população, especialmente em um ano eleitoral. Além da ação da Petrobras, o governo petista está avaliando outras medidas, como a redução da alíquota do PIS/Confins sobre o QAV, a revisão da alíquota do IOF incidente sobre empresas aéreas e a análise da tributação sobre o leasing de aeronaves.

O impacto no preço das passagens aéreas já é visível. Como apontou a revista EXAME, o combustível representa cerca de 30% dos custos de uma companhia aérea. Com a alta do QAV, as passagens podem subir em torno de 10% para cada aumento de US$ 1 por galão.

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A Azul, por exemplo, já aumentou seus preços médios em mais de 20% nas últimas três semanas.

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