Petro rejeita ameaças de Trump e critica ação de Washington contra Maduro. Tensão bilateral entre Colômbia e EUA escalona.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, manifestou seu desdém em relação às acusações e ameaças feitas pelo presidente americano, Donald Trump, no domingo (4). Trump, sem apresentar provas concretas, continuou a acusar Petro de liderar o narcotráfico, reiterando a intenção de não tolerar mais tais ações.
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O mandatário americano havia anteriormente expressado preocupação sobre a situação, alertando que não permitiria que a situação persistisse. Essa nova declaração representa uma escalada nas tensões entre os dois países. Petro respondeu com veemência, negando qualquer envolvimento em atividades ilícitas.
Em sua mensagem no X, Petro criticou a ação militar do governo Trump na região, alegando que se trata de um ato de “sequestro” contra o presidente Nicolás Maduro, capturado em Caracas após os bombardeios de Washington na madrugada de sábado.
A Chancelaria colombiana classificou as ameaças de Trump como uma “ingerência inaceitável” e solicitou respeito.
A relação entre Colômbia e Estados Unidos, historicamente uma aliança militar e econômica crucial na região, encontra-se em um ponto crítico. Desde o início do segundo mandato de Trump em janeiro de 2025, os dois líderes têm se confrontado em questões como políticas tarifárias e o fluxo migratório.
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