Presidência: Petro e Lula discutem crise na Venezuela e tensões regionais. Brasil envia ajuda humanitária à Venezuela. Crise internacional preocupa
Em um esforço diplomático, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, realizou uma ligação com o presidente do Brasil, na tarde de 8 de janeiro de 2026. O objetivo da conversa foi abordar a crescente instabilidade na Venezuela e enfatizar a necessidade de uma resolução pacífica da crise no país vizinho.
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A iniciativa se enquadra em um esforço conjunto de países da região, buscando mitigar as tensões recentes.
A ligação ocorreu em meio a acusações de uso da força contra a Venezuela, após a captura do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) pelos Estados Unidos. As declarações geraram preocupação internacional, com autoridades manifestando a necessidade de respeitar o direito internacional e a soberania venezuelana.
Os dois líderes expressaram grande preocupação com a situação, considerando as ações como um “precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional”. A conversa refletiu um consenso sobre a importância de buscar soluções exclusivamente por meios pacíficos, como negociação e respeito à vontade do povo venezuelano.
Durante a ligação, o presidente Lula informou que, a pedido do governo venezuelano, o Brasil enviará 40 toneladas de insumos e medicamentos, parte de um total de 300 toneladas arrecadadas. O envio visa reabastecer estoques afetados por bombardeios na Venezuela.
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A carga inclui remédios e soluções fisiológicas essenciais para tratamentos renais.
O envio dos insumos beneficiará aproximadamente 170 mil brasileiros que realizam hemodiálise pelo SUS. A situação na Venezuela continua tensa, com a Colômbia e outros países da região buscando soluções diplomáticas para a crise.
Apesar da busca por soluções diplomáticas, a tensão persiste com declarações de autoridades americanas. O então presidente Donald Trump (Partido Republicano) sugeriu, em 5 de janeiro de 2026, a possibilidade de uma operação militar na Colômbia.
A situação gerou manifestações em Bruxelas, na Bélgica, onde colombianos se reuniram para defender a soberania nacional.
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