Tensão Diplomática e Manifestações na Colômbia
A população colombiana se manifestou em diversas cidades do país na tarde de quarta-feira (7), em resposta a declarações do presidente dos Estados Unidos, , que sugeriam a possibilidade de intervenção militar. Os protestos, com o lema “livre e soberana”, ocorreram em locais como Bogotá, Barranquilla, Bucaramanga, Cali, Cartagena, Ibagué, Medellín, Popayán, Riohacha, Santa Marta e Villavicencio.
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O presidente americano, em entrevista durante uma viagem a bordo do Air Force One, expressou que uma operação semelhante à realizada na Venezuela, que envolveu e sua esposa, Cilia Flores, seria “bem” para a Colômbia. Trump também apresentou acusações sem evidências contra o presidente colombiano, , alegando que ele e que o país é “um vizinho doente” com problemas relacionados ao tráfico de cocaína.
O governo colombiano reagiu através de uma publicação oficial em sua conta no X (ex-Twitter), desmentindo as alegações e reafirmando seu compromisso com a soberania nacional. O presidente colombiano, por sua vez, enfatizou que seu nome não consta em registros judiciais relacionados ao narcotráfico.
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A situação se intensificou com a convocação de manifestações populares em defesa da soberania nacional, lideradas pelo presidente colombiano. A relação entre Petro e Trump tem sido marcada por tensões desde a ascensão de Trump ao poder em 2025.
A crise se originou após a recusa do presidente colombiano em permitir a chegada de voos com imigrantes deportados dos Estados Unidos. Em resposta, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no Caribe, gerando preocupação e protestos na Colômbia.
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Um incidente em setembro de 2025, envolvendo um militar americano e um pescador local, agravou ainda mais a situação. A crescente tensão entre os líderes dos dois países representa um desafio à estabilidade regional.
