Petro mobiliza força pública na fronteira após incidente na Colômbia. EUA acusam Maduro e acusam agressão à Venezuela. Crise internacional se agrava.
Em 3 de janeiro de 2026, o presidente da Colômbia, representando a esquerda, anunciou a mobilização de “força pública” na fronteira após um incidente. De acordo com informações divulgadas na plataforma X, a medida visa fornecer assistência humanitária em caso de um fluxo significativo de refugiados.
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O presidente Gustavo Petro declarou que o Conselho de Segurança Nacional foi reunido desde as 3h da manhã, e que a força assistencial disponível está sendo mobilizada para atender a possíveis entradas em massa de refugiados. A Embaixada da Colômbia na Venezuela está ativa, atendendo chamadas de assistência a cidadãos colombianos no país vizinho.
O governo colombiano manifestou veemente repúdio à agressão à soberania venezuelana e da América Latina. O presidente Petro enfatizou que os conflitos internos devem ser resolvidos pelos próprios povos em um ambiente de paz, com base no princípio da autodeterminação dos povos, alicerce do sistema das Nações Unidas.
Outros líderes latino-americanos, incluindo representantes de Argentina, Chile, México e Cuba, também se manifestaram sobre o ocorrido.
Simultaneamente, o presidente dos Estados Unidos, representando o Partido Republicano, anunciou um ataque militar “de larga escala” à Venezuela. O presidente venezuelano Nicolás Maduro e a primeira-dama, , foram capturados e retirados do país por via aérea.
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A chefe do Departamento de Justiça dos EUA, Pam Bondi, informou que Maduro e Flores foram formalmente acusados por um tribunal de Nova York e enfrentarão um processo judicial em solo norte-americano.
A vice-presidente venezuelana, (PSUV, esquerda), declarou que desconhece o paradeiro de Maduro e Flores e exigiu do governo dos EUA prova de vida de ambos. O ministro da Defesa venezuelano, , informou que os estados venezuelanos de Miranda, Aragua e La Guaira foram alvos da ofensiva norte-americana, registrada por volta das 2h em Caracas (3h em Brasília).
O presidente brasileiro, (PT), classificou a ação norte-americana como uma agressão. Ainda não foram divulgados detalhes sobre a operação nem sobre vítimas civis. Trump convocou uma conferência de imprensa para as 11h em Mar-a-Lago, na Flórida (13h em Brasília), para fornecer mais informações acerca do ataque.
Um jornal falou por telefone com Trump.
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