Desde sua reeleição em 2023, o presidente (PT) tem se manifestado sobre a situação política na Venezuela, publicando 16 vezes em seu perfil no X (antigo Twitter) até janeiro de 2026. A preocupação central do petista reside na situação do país vizinho e nas relações internacionais decorrentes.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em 3 de janeiro de 2026, o presidente manifestou sua preocupação com a captura do presidente deposto, Nicolás Maduro (PSUV, esquerda), e sua esposa Cilia Flores, pelos Estados Unidos. O petista considerou a ação como uma “linha inaceitável”, alegando que viola o direito internacional e representa um precedente perigoso para a comunidade global, com potenciais impactos na estabilidade econômica e política da região.
Em julho de 2024, o presidente expressou o desejo de receber a Venezuela de volta a blocos internacionais dos quais o país foi suspenso em 2016, devido a questões relacionadas ao cumprimento de compromissos democráticos. O petista acredita que o retorno da Venezuela a essas organizações é fundamental para a retomada do desenvolvimento econômico e político do país.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em outubro de 2023, o presidente declarou ter recebido com “satisfação” a notícia de que um acordo havia sido firmado entre o governo e a oposição venezuelana, visando a realização de eleições. O petista ressaltou que sanções unilaterais podem prejudicar a população e dificultar processos de mediação e resolução de conflitos.
Em 29 de maio de 2023, o presidente respondeu a críticas sobre a possível influência do Brasil na Venezuela, afirmando que o Brasil “só quer que o Brasil seja Brasil”. O petista mencionou que o fluxo comercial entre os dois países havia atingido US$ 6 bilhões, mas havia sofrido uma redução para US$ 2 bilhões, o que é considerado negativo para ambos os países.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
Ele enfatizou a importância de avanços na cooperação em áreas como cultura, economia, ciência, tecnologia e combate ao narcotráfico nas fronteiras.
Em agosto de 2024, o presidente publicou uma declaração conjunta com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro (Colômbia Humana, esquerda), após um diálogo. Essa iniciativa se deu após o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) validar a reeleição de Nicolás Maduro, uma decisão contestada pela oposição liderada por María Corina Machado.
O petista ressaltou a importância da transparência eleitoral, aguardando a divulgação das atas eleitorais desagregadas pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), conforme os Acordos de Barbados.
