Pentágono Termina Relações com Harvard: Guerra Ideológica no Coração da Ivy League

Pentágono corta laços com Harvard por disputa ideológica! Trump acusa universidade de “ideologia woke”. Saiba mais.

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Pentágono Rompe Laços com Harvard em Disputa Ideológica

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou na sexta-feira (6) que cortará todas as suas relações acadêmicas com a Universidade de Harvard. A decisão, comunicada em um comunicado oficial, encerra programas de bolsas de estudo, certificações e, essencialmente, a educação militar que os militares recebam na instituição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A medida surge como parte de uma crescente disputa entre o governo do presidente Donald Trump e a renomada universidade da Ivy League.

O governo Trump tem acusado Harvard de promover o que ele considera uma “ideologia ‘woke'”, um termo utilizado pela direita radical para criticar políticas de diversidade e inclusão. Segundo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, a universidade estava “enchendo as cabeças” de seus oficiais com ideias “globalistas e radicais” que não contribuíam para o fortalecimento das forças de combate. “Por tempo demais, este Departamento enviou nossos melhores e mais brilhantes oficiais para Harvard, esperando que a universidade compreendesse e valorizasse melhor nossa classe guerreira”, declarou Hegseth.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ruptura dos laços entre o Pentágono e Harvard está programada para começar no ano letivo de 2026-2027. Os militares que já estejam matriculados em programas na universidade terão a oportunidade de concluir seus estudos. Em outra publicação na rede social X, Hegseth reforçou sua posição, utilizando uma linguagem mais direta: “Harvard é ‘woke’; o Departamento de Guerra, não”.

Além de Harvard, o Pentágono também iniciará uma revisão de seus vínculos com todas as universidades da Ivy League, buscando garantir que a formação e educação militar estejam alinhadas com os objetivos e valores do Departamento de Defesa. A medida tem gerado preocupação entre funcionários do ensino superior, que temem uma possível erosão da liberdade acadêmica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Sair da versão mobile