Pentágono remove empresas chinesas da lista! Alibaba, Baidu e BYD sob investigação. Ação causa choque no setor e ameaças judiciais. Saiba mais.
Os Estados Unidos anunciaram a retirada de uma lista atualizada de empresas chinesas que supostamente forneciam apoio às Forças Armadas de Pequim. A ação ocorreu logo após a publicação da lista, identificada como 1260H do Pentágono. A inclusão de nomes como Alibaba e Baidu, algumas das maiores empresas da China, gerou reações imediatas.
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O link oficial para o Registro Federal, onde a lista havia sido publicada, foi substituído por um aviso de “retirada” aproximadamente uma hora após a divulgação. A nota do Registro Federal indicou que a decisão foi motivada por uma solicitação de retirada, sem detalhar o motivo específico.
O Pentágono ainda não se manifestou sobre o assunto.
Apesar de não impor sanções formais, a atualização da lista implica uma restrição significativa para o Departamento de Defesa. Uma nova legislação impede que o governo dos EUA contrate ou adquira produtos de empresas listadas. Essa medida pode ser vista como uma resposta da administração americana à trégua comercial estabelecida entre Xi Jinping e Donald Trump em outubro.
Além de Alibaba e Baidu, a lista atualizada incluiu a montadora BYD, a empresa de biotecnologia WuXi AppTec e a empresa de tecnologia robótica RoboSense Technology Co Ltd. A inclusão da fabricante de chips de memória YMTC foi removida da lista.
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A decisão de incluir essas empresas na lista envia uma mensagem clara aos fornecedores do Pentágono e outras agências governamentais dos EUA, refletindo a opinião das Forças Armadas americanas sobre o papel dessas empresas. Algumas das empresas incluídas expressaram descontentamento e ameaçaram ações legais.
A Alibaba, uma das maiores empresas de tecnologia da China, declarou que não possui ligações militares e negou qualquer envolvimento em estratégias de fusão militar-civil. A empresa ameaçou buscar uma solução judicial para contestar a inclusão na lista.
Outras empresas já listadas, como Tencent Holdings e CATL, também se mostraram preocupadas com a decisão, demonstrando a magnitude do impacto da medida no setor.
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