Pentágono ataca embarcação na Venezuela e mata 11; Trump justifica ação contra tráfico de drogas. Ataque surpresa levanta questionamentos sobre leis de guerra.
Em 2 de setembro de 2025, o Pentágono lançou seu primeiro ataque direto contra uma embarcação na região da Venezuela, utilizando uma aeronave disfarçada para se assemelhar a um avião civil. O ataque resultou na morte de 11 pessoas, conforme reportado por fontes informadas.
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O governo dos Estados Unidos, liderado pelo então presidente Donald Trump (Partido Republicano), justificou a ação alegando que as embarcações estavam envolvidas em atividades de tráfico de drogas.
De acordo com informações divulgadas, os Estados Unidos já haviam realizado 35 ataques semelhantes, resultando em 123 mortos. A estratégia empregada no primeiro ataque consistiu em utilizar uma aeronave com aparência civil, transportando munições internamente, em vez de armamentos visíveis sob as asas.
Vídeos de vigilância do ataque mostram que a aeronave mergulhou a uma baixa altitude, permitindo que os ocupantes do barco a vissem.
A utilização de uma aeronave com aparência civil levanta preocupações sobre a prática conhecida como “perfídia”, que é proibida pelas leis de conflito armado. Essas leis impedem que combatentes fingam status civil para enganar o inimigo, induzindo-o a baixar a guarda antes de ser atacado.
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A intenção por trás dessa tática visa explorar a confiança do adversário.
O Pentágono afirmou que continuará as operações contra embarcações suspeitas de envolvimento no tráfico de drogas, utilizando uma variedade de aeronaves, tanto padrão quanto não padrão, dependendo dos requisitos de cada missão. O departamento enfatizou que cada aeronave passa por um rigoroso processo de aquisição, garantindo a conformidade com a lei doméstica, políticas, regulamentos e padrões internacionais, incluindo a lei de conflito armado.
O Comando de Operações Especiais dos EUA, responsável pela operação de 2 de setembro, liderada pelo almirante Frank M. Bradley, não emitiu declarações sobre o incidente. A situação continua sob análise e monitoramento.
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