Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem, mas mercado de trabalho permanece incerto. Dados do Departamento do Trabalho apontam queda de 9.000 pedidos.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos apresentaram uma queda inesperada na semana que encerrou em 10 de janeiro, registrando 198.000, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Departamento do Trabalho dos EUA.
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Essa queda, que representa uma diminuição de 9.000 pedidos em relação à semana anterior, ficou abaixo das expectativas dos economistas, que projetavam 215.000 pedidos.
A análise dos dados ajustados sazonalmente sugere que o mercado de trabalho americano continua em um estado de espera, com pouca variação na dinâmica geral. A queda nos pedidos de auxílio-desemprego pode ser atribuída aos desafios inerentes à adaptação dos dados às flutuações sazonais típicas da época de festas de fim de ano e do início do novo ano.
Economistas apontam que a situação do mercado de trabalho americano é complexa. As políticas comerciais e de imigração implementadas durante a administração do presidente Donald Trump têm impactado tanto a demanda quanto a oferta de mão de obra.
Além disso, a crescente adoção de inteligência artificial pelas empresas tem gerado incerteza sobre as necessidades futuras de contratação.
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Relatos do Federal Reserve indicam que, mesmo com a contratação, as empresas estão preenchendo vagas existentes em vez de criar novos cargos. O banco central dos EUA também observou um aumento de trabalhadores temporários, o que permite maior flexibilidade em um cenário econômico incerto. A situação demonstra a necessidade de acompanhamento contínuo do mercado de trabalho.
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