PDVSA mantém produção e refino de petróleo na Venezuela, apesar de pressão dos EUA e ataque cibernético. Operações em La Guaira continuam normalmente.
A produção e o refino de petróleo na Venezuela, gerenciadas pelo governo, continuaram normalmente no sábado (3). Essa informação foi confirmada por duas fontes internas da empresa PDVSA (Petróleos de Venezuela SA), após o incidente que resultou na retirada do presidente venezuelano dos Estados Unidos.
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As forças americanas, após uma campanha de pressão por meses, levantaram acusações de tráfico de drogas e questionamentos sobre a legitimidade do governo. O porto de La Guaira, localizado próximo a Caracas e um dos maiores do país, teria sofrido danos significativos, segundo uma das fontes.
Em dezembro do ano anterior, o então presidente Trump anunciou um bloqueio a navios petroleiros que entravam ou saíam do país, e os EUA apreenderam duas cargas de petróleo venezuelano. Essa medida impactou a produção, com uma redução de aproximadamente metade dos 950.000 barris por dia (bpd) enviados em novembro, conforme dados de monitoramento e documentos internos.
Devido às ações dos EUA, muitos proprietários de embarcações evitaram as águas venezuelanas, o que levou a um aumento nos estoques de petróleo e combustível da PDVSA. A empresa foi obrigada a diminuir as entregas e armazenar petróleo em navios-tanque para evitar interrupções na produção ou no refino.
Adicionalmente, a PDVSA enfrentou dificuldades após um ataque cibernético em dezembro, que exigiu o isolamento de terminais, campos de petróleo e refinarias, forçando a empresa a utilizar registros escritos para manter as operações.
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