PCMG Aprofunda Operação Firewall: Intimidação e Ameaças a Autoridades Reveladas!

PCMG expõe esquema de intimidação contra autoridades! Operação Firewall prende 4 suspeitos e aponta ameaças a juiz. Descubra os detalhes chocantes.

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(Imagem de reprodução da internet).

PCMG Aprofunda Investigação em Operação Firewall

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) intensificou suas investigações sobre um complexo esquema de invasão de sistemas e intimidação contra autoridades públicas, através da segunda fase da Operação Firewall, realizada nesta sexta-feira (27).

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A operação resultou na prisão de quatro indivíduos, incluindo uma mulher de 45 anos e um homem de 19 anos, além de uma medida de internação provisória para um adolescente de 16 anos.

Um dos detidos foi localizado em Caldas Novas, em Goiás. A PCMG executou cinco mandados judiciais, expedidos pela Justiça mineira, com base em uma representação da própria polícia e um parecer favorável do Ministério Público. As diligências se estenderam ao Distrito Federal e Goiás, contando com o apoio das polícias civis locais, evidenciando a natureza interestadual da investigação.

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Durante os mandados, foram apreendidos celulares e outros dispositivos eletrônicos, que serão submetidos a perícia técnica. O objetivo é identificar novos envolvidos e aprofundar as apurações, buscando desvendar a extensão do esquema criminoso.

Uma das revelações mais preocupantes desta fase é que o juiz responsável pelo controle judicial do caso e o próprio magistrado teriam se tornado alvos diretos do grupo criminoso. As investigações apontam para tentativas de acesso indevido às credenciais institucionais do juiz, além de tentativas de bloqueio de valores em contas vinculadas às autoridades, utilizando sistemas eletrônicos.

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Segundo a PCMG, as condutas representam uma grave afronta ao Estado Democrático de Direito, configurando atos de intimidação, retaliação e interferência no funcionamento das instituições de Justiça. A investigação aponta para a utilização de uma servidora pública do Estado de Sergipe como ponto de entrada para o esquema, com o objetivo de promover constrangimento institucional.

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