PCC investiga trio suspeito no assassinato de ex-delegado em Mongaguá

PCC investiga três suspeitos no assassinato de ex-delegado Ruy Ferraz em Mongaguá, SP. Operação prende Marcio Serapião, Fernando Teixeira e Manoel Teixeira.

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(Imagem de reprodução da internet).

Suspeitos Envolvidos no Assassinato de Ex-Delegado da Polícia Civil

A Polícia Civil do Primeiro Comando da Capital (PCC) investiga três homens suspeitos de participação no crime em que o ex-delegado-geral da corporação, Ruy Ferraz, foi assassinado em setembro do ano passado. O ataque ocorreu na região litorânea de Mongaguá, no litoral paulista, enquanto Ferraz caminhava pela área.

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Detalhes da Investigação

A operação policial, abrangendo sete municípios paulistas – Jundiaí, Mongaguá, Praia Grande, Carapicuíba, Barueri, Mairinque e a capital –, resultou na prisão temporária de cinco indivíduos e mandados de busca e apreensão em diversas localidades.

A investigação aponta para uma organização complexa, com funções específicas entre os envolvidos.

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Suspeitos Detidos

Marcio Serapião de Oliveira (também conhecido como “Velhote” ou “MC”) é investigado por seu papel como integrante do PCC, fornecendo apoio estratégico e logístico ao homicídio. Ele foi preso na Vila Isa, na Zona Sul de São Paulo, e tentou fugir, sendo rastreado por meio de um drone. Foram apreendidos documentos e dois celulares.

Fernando Alberto Teixeira (conhecido como “Azul” ou “Careca”) é considerado um dos líderes da facção. Com 48 anos, ele é suspeito de ter participado do planejamento, coordenação e execução indireta do crime. Foi preso em Jundiaí e também tiveram apreendidos dois celulares.

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Manoel Alberto Ribeiro Teixeira (apelidado de “Manezinho” ou “Manoelzinho”) é investigado como principal articulador logístico e operacional do grupo. A polícia acredita que ele auxiliou na fuga dos envolvidos, forneceu material de apoio e manteve contato com os executores. Ele foi preso em Mongaguá, onde foi encontrada uma arma de fogo.

Evidências Coletadas

As investigações revelam que os suspeitos dividiram tarefas durante as diferentes fases do crime, incluindo planejamento, execução e suporte. As evidências incluem impressões digitais em veículos utilizados, dados extraídos de aparelhos eletrônicos, conversas entre os investigados e movimentações financeiras suspeitas.

Além disso, o uso de imóveis de apoio foi identificado.

A polícia sustenta que há fortes indícios de que os três homens atuaram em conjunto no comando da ação criminosa. A busca por armas, documentos, eletrônicos e outros materiais nos endereços ligados ao grupo pode contribuir para o esclarecimento do caso.

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