Paulo Skaf acusa projeto de lei 6×1 de “ilegal” e anuncia ação judicial!

Paulo Skaf denuncia projeto de lei sobre a escala 6×1 como “ilegal” e anuncia ação judicial
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e candidato à governadoria, Paulo Skaf, classificou o projeto de lei que propõe o fim da escala de trabalho 6×1 como “revestido de ilegalidade” e anunciou a intenção de buscar a justiça para impedir a aprovação da medida.
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A declaração foi feita em entrevista à rádio Jovem Pan News, na segunda-feira (27), durante o programa “Jornal da Manhã”. Skaf expressou sua preocupação com o formato da proposta, argumentando que ela busca alterar a Constituição brasileira.
Em sua fala, Skaf enfatizou que o projeto de lei do governo tenta modificar a Constituição por meio de uma lei ordinária, em vez de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Ele ressaltou que a Fiesp está disposta a recorrer à Justiça para proteger os interesses da indústria paulista.
A entidade busca garantir que a legislação esteja em conformidade com a Constituição Federal.
Ação Judicial e Busca por Apoio Político
Segundo Skaf, a decisão de acionar a Justiça foi motivada pela percepção de uma “agressão explícita à Constituição”. Ele explicou que a entidade tem buscado apoio político de partidos e parlamentares que possam intervir em caso de ameaça à ordem constitucional.
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A expectativa é que a ação judicial seja movida até a próxima semana.
Defesa do Diálogo e Críticas ao Contexto Político
Skaf também defendeu o adiamento do debate sobre o tema para o próximo ano, argumentando que a discussão deveria ser realizada em um contexto mais adequado, sem a influência de questões eleitorais. Ele criticou o que considera ser um “espírito eleitoral” na proposta, argumentando que o objetivo principal não é o interesse do país, das empresas e das pessoas, mas sim a campanha eleitoral do governo.
A Fiesp acredita que a discussão sobre a escala de trabalho 6×1 deve ser adiada para 2026, permitindo um debate mais aprofundado e com foco nos impactos da medida na economia brasileira.
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