Paulo Matos revela o segredo da “agenda vazia” para líderes! Descubra como Roberto Justus revolucionou a produtividade. Saiba mais!
Por muito tempo, a ideia de uma agenda lotada era vista como um sinal de compromisso e relevância para um líder. Reuniões constantes, convites aceitos sem hesitação e a sensação de estar sempre ocupado eram interpretados como prova de que o profissional estava fazendo a diferença.
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No entanto, essa perspectiva tem mudado, impulsionada por uma nova abordagem.
Paulo Matos, diretor geral da Tommy Hilfiger Brasil, resgatou uma frase do renomado Roberto Justus para explicar essa mudança: o “poder da agenda vazia”. Matos explica que essa estratégia não se trata de falta de produtividade, mas sim de flexibilidade.
Ele compartilha que, após sua atuação como consultor, Justus percebeu a importância de ter mais liberdade para focar no que realmente importava.
Na prática, Matos organiza sua semana em dois blocos distintos. As segundas e terças-feiras são dedicadas a reuniões e alinhamentos, enquanto as quartas, quintas e sextas são abertas para lidar com questões que surgem de forma espontânea. “Quarta, quinta e sexta eu deixo a agenda aberta.
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Se surge algum assunto ou problema, já sei que são os dias para resolver isso”, afirma.
Matos enfatiza que a agenda vazia não é sinônimo de falta de trabalho, mas sim de espaço para tomar decisões rápidas e eficazes. Ele reconhece que nem sempre é possível ter uma agenda livre, especialmente no início de um projeto. No entanto, defender que o líder precisa de tempo para agir fora do roteiro, evitando o problema de quem se prende excessivamente ao calendário.
A lógica da agenda vazia se conecta a outra ideia fundamental: o líder só se torna um líder de fato quando consegue se afastar do dia a dia e o negócio continua funcionando. Matos acredita que a função principal do cargo não é operar o dia a dia, mas sim definir a direção e puxar o time para essa direção. “O papel do líder é ter uma visão clara de mercado e para onde você quer que ela vá.
Não é a operação”, explica.
Para implementar essa estratégia, Matos sugere três movimentos: concentrar reuniões em blocos, reservar dias sem compromissos fixos para visitas de campo e decisões rápidas, e delegar a execução e a celebração, permitindo que o time brilhe.
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