Declarações de Paulo Henrique Costa sobre a Operação Master
Em depoimento ao STF, em 30 de dezembro de 2025, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirmou que não havia evidências concretas de problemas nas carteiras de crédito intermediadas pela Tirreno. A substituição dessas carteiras, segundo ele, ocorreu devido à não conformidade com o padrão documental estabelecido com o Banco Central.
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Costa detalhou que o BRB iniciou a compra de carteiras de crédito do Master em 2024, quando o desempenho das operações era considerado adequado, sem indícios de irregularidades. No entanto, em abril de 2025, foi identificado um desvio no padrão documental, relacionado ao volume das carteiras.
O contrato entre Master e Tirreno, assinado em 5 de dezembro de 2024, regulamentava uma parceria para a compra de operações de crédito consignado, com mecanismos de responsabilidade, segurança e auditoria que permitiam ao Master solicitar a correção, substituição ou recompra de créditos em caso de não conformidade ou contestação.
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Costa explicou que a interrupção dos repasses das carteiras do Master foi motivada pela crise de liquidez enfrentada pelo Banco Master, liderado por Daniel Vorcaro. A dificuldade em receber os repasses das carteiras do Master se intensificou com a situação financeira do banco.
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