Paulinho da Força critica veto presidencial no PL da Dosimetria e busca derrubada no Congresso

Veto de Lula em PL da Dosimetria gera críticas no Congresso. Paulinho da Força questiona decisão e busca derrubada no Legislativo

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(Imagem de reprodução da internet).

Veto Presidencial no PL da Dosimetria Provoca Reações no Congresso

O relator do Projeto de Lei (PL) da Dosimetria na Câmara dos Deputados, deputado Paulinho da Força (Solidariedade), manifestou sua preocupação com o recente veto presidencial. Em declarações publicadas nas redes sociais, o parlamentar criticou a decisão, argumentando que ela ignora o processo de construção coletiva do projeto no Congresso Nacional.

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A controvérsia gira em torno do PL que visava estabelecer diferentes penas para os envolvidos nos atos terroristas de 8 de janeiro de 2023.

Paulinho da Força enfatizou que o projeto foi resultado de um amplo diálogo e colaboração entre diversos partidos políticos e lideranças do país. Ele acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter desconsiderado a busca por estabilidade e maturidade institucional, preferindo o confronto em vez do diálogo.

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Segundo o deputado, o veto representa uma escalada de tensões que poderiam ter sido evitadas.

“O Congresso entregou a bandeira branca da paz do Brasil nas mãos do Lula. Sabe o que ele fez? Rasgou e tocou fogo nela. O PL da Dosimetria foi construído com diálogo, com responsabilidade, com todos os partidos, lideranças e personalidades do Brasil”, declarou Paulinho em um vídeo divulgado nas redes sociais.

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O deputado manifesta a intenção de buscar o veto presidencial seja derrubado pelo Congresso Nacional.

Reações da Oposição Parlamentar. Outros parlamentares da oposição também se manifestaram sobre o veto. O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou que Lula “sabe que o veto será derrubado na primeira sessão do Congresso”.

Já o deputado Onyx Lorenzoni (PL-RJ) classificou a decisão como “calculada” e “cruel”. O vereador Carlos Bolsonaro, filho de , também se posicionou nas redes sociais, argumentando que a medida representa “vingança” e “exceção permanente”.

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