Parlamento Europeu adia ratificação de acordo com EUA e disputa Groenlândia

Parlamento Europeu adia ratificação de acordo com EUA após tarifas de Trump sobre Groenlândia e Domo de Ouro. UE avalia reação a medidas do presidente.

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(Imagem de reprodução da internet).

O Parlamento Europeu decidiu adiar a ratificação de um acordo comercial com os Estados Unidos, em resposta às tarifas impostas pelo presidente republicano. A decisão ocorre em um momento de avaliação da resposta do bloco de 27 nações a possíveis ações do republicano.

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Segundo informações do jornal francês, o Parlamento planejava uma votação nas próximas semanas sobre a remoção de tarifas sobre produtos industriais dos EUA, após meses de negociações intensas que levaram Washington a impor tarifas de 15% sobre produtos da UE.

Impacto da Decisão Europeia

A suspensão da aprovação envia uma mensagem de descontentamento à Casa Branca, conforme expressaram parlamentares da UE. A expectativa é que isso cause apreensão nas empresas norte-americanas, que temem perder acesso ao mercado europeu. A deputada francesa Valerie Hayer, presidente do partido Renascimento, destacou que a decisão representa uma “alavanca extremamente poderosa”.

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Ameaças e Retaliação

Em 17 de janeiro, Trump anunciou tarifas de 10% a 8 países da Otan que se opõem à anexação da Groenlândia. Os líderes da UE devem se reunir em Bruxelas na noite de quinta-feira (22 de janeiro de 2026) para discutir as ameaças dos EUA contra o território autônomo da Dinamarca.

Disputa pela Groenlândia

A disputa pela Groenlândia tem raízes em tentativas anteriores de controle por parte dos EUA, incluindo ações em 2019 e 2023. Trump alega que a Groenlândia é fundamental para a segurança nacional, para afastar a “ameaça russa” e citou a construção do Domo de Ouro, sistema de defesa contra mísseis.

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O custo estimado do Domo de Ouro é de .

Posição da Groenlândia

O primeiro-ministro da Groenlândia, declarou em 13 de janeiro que o território autônomo escolheria seguir ligado à Dinamarca, e não aos EUA. A posição da Groenlândia demonstra uma clara oposição à influência dos EUA na região.

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