Park Geun-hye entra em recurso! Ex-presidente da Coreia do Sul busca anular sentença perpétua por insurreição. O caso choca o país! Saiba mais
O ex-presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, entrou com um recurso nesta terça-feira (24 de fevereiro de 2026) contra a sentença de prisão perpétua por insurreição. A decisão, tomada após o julgamento que ocorreu na última quinta-feira (19 de fevereiro), o acusa por tentar implementar a lei marcial no país em dezembro de 2024.
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As informações foram divulgadas pela agência de notícias Yonhap. Os advogados de Park emitiram um comunicado, declarando: “Acreditamos que temos a responsabilidade de registrar claramente o problema com essa decisão, não apenas nos autos do processo, mas também perante o julgamento da história no futuro”.
O julgamento também envolveu a crítica da defesa ao processo judicial. “Não nos calaremos sobre a acusação excessiva do procurador especial e a decisão contraditória do Tribunal de 1ª Instância baseada nela, bem como sobre seu contexto político”, afirmou a equipe jurídica.
Na sexta-feira (20 de fevereiro), o ex-presidente sul-coreano justificou a tentativa de imposição da lei marcial como uma medida para conter ameaças da Coreia do Norte. Ele argumentou que a ação foi necessária para preservar a ordem pública.
A Justiça sul-coreana considerou a imposição da lei marcial como uma forma de tentar interromper a ordem pública, em meio à crise. Os promotores haviam solicitado uma pena de morte para o ex-presidente, mas a solicitação foi negada.
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Outros sete réus também receberam suas sentenças. Kim Yong-hyun, ex-ministro da Defesa, foi condenado a 30 anos de prisão por seu papel na tentativa de imposição da lei marcial. Cho Ji-ho, ex-chefe da Agência Nacional de Polícia, recebeu 12 anos de prisão.
Kim Bong-sik, ex-chefe da Agência Metropolitana de Polícia de Seul, foi sentenciado a 10 anos de prisão.
Park Geun-hye governou a Coreia do Sul de 2022 a 2025. Ele já havia sido condenado a 5 anos de prisão em um julgamento separado por acusações que incluem a obstrução da tentativa dos investigadores de detê-lo no ano passado.
A ex-primeira-dama Kim Keon Hee, 53 anos, foi condenada a 20 meses de prisão por aceitar presentes de luxo, como bolsas de grifes, em troca de favores políticos. Ela se declarou culpada das acusações.
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