Pñnico 7: Nostalgia, Medo e Hype – O Terror Reinventa Suas Fórmulas Mais Uma Vez!

PĂąnico 7: Terror e Nostalgia se encontram! đŸ˜± O clĂĄssico slasher tece uma trama inteligente, com “jump scares” e referĂȘncias que vĂŁo te deixar tenso. Neve Campbell e Matthew Lillard chocam! Descubra se o filme Ă© terror ou pura nostalgia. 😉

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

PĂąnico 7: Uma ReflexĂŁo Sobre o Medo e a Nostalgia

A saga PĂąnico, com sua ironia, continua viva, e a grande questĂŁo que surge com o novo capĂ­tulo Ă©: o medo ainda existe ou estamos apenas assistindo a mais um jogo de referĂȘncias? A resposta, nesse caso, Ă© complexa e depende do que vocĂȘ espera do filme.

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Desde o clĂĄssico PĂąnico, criado por Wes Craven, a franquia sempre se caracterizou pela metalinguagem – um terror sobre o terror, se vocĂȘ entender.

Em PĂąnico 7, essa consciĂȘncia permanece afiada, mas agora se mistura com a linguagem do momento, como a cultura do hype, o interesse pelo true crime e a forma como a violĂȘncia Ă© apresentada de maneira espetacular. O roteiro Ă© inteligente, fazendo piadas com a prĂłpria franquia e atĂ© mesmo com filmes que nĂŁo foram tĂŁo bem recebidos no passado.

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É um slasher que nĂŁo se coloca como algo diferente, e isso jĂĄ Ă© um grande ponto positivo. O filme investe nas sequĂȘncias clĂĄssicas de “jump scares”, nas mortes sangrentas e consegue equilibrar tudo com um bom humor que funciona bem. Em alguns momentos, a gente sente a respiração presa, sem perder o clima de terror.

A direção entende o ritmo, alternando momentos de silĂȘncio desconfortĂĄvel com explosĂ”es de violĂȘncia, mantendo a identidade de uma das franquias mais bem-sucedidas do cinema.

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No entanto, existe uma ressalva: a sensação de déjà-vu é constante. A franquia sempre brincou com suas próprias fórmulas, mas aqui a linha entre o novo e a nostalgia se torna mais evidente, principalmente com o retorno de atores clåssicos como Neve Campbell e Matthew Lillard.

Um dos pontos interessantes Ă© o embate entre personagens da nova geração e as sombras do passado, o que demonstra que “PĂąnico” nĂŁo vive apenas da nostalgia, mas do conflito entre geraçÔes.

Quando o filme aposta em seus protagonistas mais recentes, ele ganha energia, frescor e atĂ© uma certa imprevisibilidade. Sem revelar detalhes, Ă© possĂ­vel dizer que a revelação de um personagem divide opiniĂ”es. A motivação Ă© coerente com o discurso do filme, mas talvez falte aquele “choque absoluto” que marcou algumas revelaçÔes anteriores.

Apesar disso, a execução da cena final entrega impacto, principalmente pelo peso temåtico que ela carrega.

Se vocĂȘ Ă© fĂŁ da franquia, provavelmente sairĂĄ do cinema com aquele sorriso cĂșmplice de quem entendeu a piada interna. Se vocĂȘ esperava uma reinvenção total, talvez ache que o filme joga seguro demais. PĂąnico 7 nĂŁo reinventa o gĂȘnero slasher, mas tambĂ©m nĂŁo deixa a chama apagar.

O filme entende que o verdadeiro terror da franquia nunca foi apenas a mĂĄscara do Ghostface, mas sim o carinho que o pĂșblico desenvolve pelos personagens que atravessam geraçÔes e um toque de bom humor. O filme estreia nesta quinta-feira nos cinemas.

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