Pânico 7: Nostalgia, Medo e Hype – O Terror Reinventa Suas Fórmulas Mais Uma Vez!

Pânico 7: Terror e Nostalgia se encontram! 😱 O clássico slasher tece uma trama inteligente, com “jump scares” e referências que vão te deixar tenso. Neve Campbell e Matthew Lillard chocam! Descubra se o filme é terror ou pura nostalgia. 😉

26/02/2026 16:32

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Pânico 7: Uma Reflexão Sobre o Medo e a Nostalgia

A saga Pânico, com sua ironia, continua viva, e a grande questão que surge com o novo capítulo é: o medo ainda existe ou estamos apenas assistindo a mais um jogo de referências? A resposta, nesse caso, é complexa e depende do que você espera do filme.

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Desde o clássico Pânico, criado por Wes Craven, a franquia sempre se caracterizou pela metalinguagem – um terror sobre o terror, se você entender.

Em Pânico 7, essa consciência permanece afiada, mas agora se mistura com a linguagem do momento, como a cultura do hype, o interesse pelo true crime e a forma como a violência é apresentada de maneira espetacular. O roteiro é inteligente, fazendo piadas com a própria franquia e até mesmo com filmes que não foram tão bem recebidos no passado.

É um slasher que não se coloca como algo diferente, e isso já é um grande ponto positivo. O filme investe nas sequências clássicas de “jump scares”, nas mortes sangrentas e consegue equilibrar tudo com um bom humor que funciona bem. Em alguns momentos, a gente sente a respiração presa, sem perder o clima de terror.

A direção entende o ritmo, alternando momentos de silêncio desconfortável com explosões de violência, mantendo a identidade de uma das franquias mais bem-sucedidas do cinema.

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No entanto, existe uma ressalva: a sensação de déjà-vu é constante. A franquia sempre brincou com suas próprias fórmulas, mas aqui a linha entre o novo e a nostalgia se torna mais evidente, principalmente com o retorno de atores clássicos como Neve Campbell e Matthew Lillard.

Um dos pontos interessantes é o embate entre personagens da nova geração e as sombras do passado, o que demonstra que “Pânico” não vive apenas da nostalgia, mas do conflito entre gerações.

Quando o filme aposta em seus protagonistas mais recentes, ele ganha energia, frescor e até uma certa imprevisibilidade. Sem revelar detalhes, é possível dizer que a revelação de um personagem divide opiniões. A motivação é coerente com o discurso do filme, mas talvez falte aquele “choque absoluto” que marcou algumas revelações anteriores.

Apesar disso, a execução da cena final entrega impacto, principalmente pelo peso temático que ela carrega.

Se você é fã da franquia, provavelmente sairá do cinema com aquele sorriso cúmplice de quem entendeu a piada interna. Se você esperava uma reinvenção total, talvez ache que o filme joga seguro demais. Pânico 7 não reinventa o gênero slasher, mas também não deixa a chama apagar.

O filme entende que o verdadeiro terror da franquia nunca foi apenas a máscara do Ghostface, mas sim o carinho que o público desenvolve pelos personagens que atravessam gerações e um toque de bom humor. O filme estreia nesta quinta-feira nos cinemas.

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