O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma declaração conjunta, em 4 de maio, envolvendo o Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha. A declaração aborda a complexa situação na Venezuela. O documento expressa grande preocupação com a possibilidade de controle governamental e a apropriação externa de recursos naturais do país.
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A declaração enfatiza que tais ações são incompatíveis com o direito internacional e representam uma ameaça à estabilidade política, econômica e social da região. O grupo de países reconhece a importância de uma solução pacífica, que respeite a vontade do povo venezuelano e a dignidade humana.
Reunião da Celac
Paralelamente, está prevista para hoje uma reunião de ministros das Relações Exteriores dentro da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). Essa organização intergovernamental conta com a participação permanente de 33 países da América Latina e do Caribe.
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Ações dos EUA e Reação Internacional
O presidente Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos, após um incidente. Ele enfrenta acusações nos Estados Unidos, incluindo “narcoterrorismo”. Recentemente, o então presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que seu governo deveria administrar a Venezuela até que uma transição seja concluída.
Apelo à Paz e Estabilidade Regional
Os seis países que emitiram a declaração ressaltam a importância da América Latina e do Caribe como uma zona de paz. Eles reforçam a necessidade de unidade regional, independentemente de divergências políticas. A situação na Venezuela deve ser resolvida por meios pacíficos, com respeito à vontade do povo venezuelano.
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Preocupações com Ações Militares
Os países manifestam preocupação com as ações militares executadas unilateralmente no território venezuelano. Eles consideram essas medidas umas perigosas, podendo colocar em risco a população civil. A declaração busca promover a estabilidade e a segurança na região, defendendo a ordem internacional baseada em normas.
