Ouro e prata despencam! Queda histórica nos metais após aversão ao risco. Investidores em pânico! 😱 A CME Group endurece exigências de margem. China enfrenta dificuldades na liquidação de posições. Mercados acionários em queda global! 📉 Acompanhe a crise nos metais e o impacto no seu portfólio
A semana no mercado global começou com uma forte aversão ao risco, impulsionando uma queda acentuada nos preços do ouro e da prata. Essa reviravolta repentina foi resultado da liquidação de posições especulativas que se acumularam nos meses anteriores.
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A prata, em particular, apresentou uma queda impressionante, recuando cerca de 30% em um único dia, o pior desempenho diário registrado desde março de 1980.
O movimento provocou uma série de liquidações em cadeia, afetando investidores de diversos perfis, incluindo pequenos investidores, fundos alavancados, estratégias quantitativas e operações baseadas em momentum. O ouro também sofreu uma queda significativa, atingindo uma desvalorização de até 9%, o pior dia desde 1983.
A situação gerou preocupação entre os operadores.
Diante da volatilidade extrema, a CME Group, operadora de bolsas, elevou as exigências de margem em contratos de metais. As margens do ouro na COMEX subiram de 6% para 8%, enquanto as da prata avançaram de 11% para 15%, indicando que alguns investidores enfrentavam dificuldades para cumprir as exigências de margem.
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Relatos apontavam que investidores chineses também tiveram obstáculos para liquidar posições em fundos futuros de prata, ampliando a pressão vendedora e gerando perdas adicionais.
A situação foi agravada por fatores externos, como a indicação do então presidente Donald Trump, conhecido por defender uma política monetária mais restritiva, e o fortalecimento do dólar, que reduziu a atratividade dos metais precificados em moeda americana.
Além disso, a falta de fluxo de proteção para Treasuries e ouro sinalizou um enfraquecimento da confiança nos ativos tradicionais de refúgio.
A instabilidade nos mercados de metais também afetou as bolsas acionárias. As bolsas asiáticas operaram em queda generalizada, com destaque para a Coreia do Sul, onde o índice recuou 5,5%. Futuros de Wall Street também caíam, enquanto os europeus registravam baixas entre 0,6% e 1%.
Essa correção elevou a pressão sobre a temporada de balanços, que se inicia nesta semana.
Aproximadamente 25% do S&P 500 e 30% do valor de mercado do Euro STOXX divulgam resultados nesta semana. Apesar de um crescimento de 11% no lucro por ação do S&P 500 na comparação anual, acima da projeção, o foco dos investidores se volta para as grandes empresas de tecnologia, especialmente após a reação negativa aos resultados da Microsoft.
Estimativas apontam que os investimentos em capital dos grandes hyperscalers de inteligência artificial devem alcançar US$ 561 bilhões neste ano, um aumento de 38% em relação a 2025.
Apesar da correção, ouro e prata ainda acumulam ganhos no ano, com altas de cerca de 8% e 16%, respectivamente. No entanto, a curto prazo, a volatilidade permanece elevada, enquanto o mercado aguarda sinais mais claros sobre a condução da política monetária sob a nova liderança do Fed.
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