Ouro e Prata em Queda Drástica: Correção Histórica Alarme Mestre no Mercado!

Ouro e prata despencam! Queda histórica nos mercados em 2026. Investidores temem alavancagem e especulação. Fed endurece e dólar sobe. Descubra os detalhes!

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(Imagem de reprodução da internet).

Mercado de Ouro e Prata Sofrem Queda Drástica

O mês de fevereiro começou com uma correção inesperada nos mercados de ouro e prata. Na segunda-feira, 2, os preços registraram uma queda significativa, a pior do dia desde 1983, após uma recuo de quase 11% na semana anterior. Esse movimento causou uma liquidação ampla no complexo de metais preciosos, gerando preocupações sobre excesso de alavancagem e especulação.

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A principal causa dessa correção foi uma mudança na política monetária dos Estados Unidos. O presidente americano, após uma alteração abrupta nas expectativas do mercado, sinalizou que o Federal Reserve (Fed) poderia manter as taxas de juros elevadas por mais tempo do que o inicialmente previsto.

Essa postura mais conservadora do Fed fortaleceu o dólar americano, tornando ativos que não pagam juros, como o ouro, menos atraentes.

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Além disso, a redução das tensões geopolíticas, especialmente entre os Estados Unidos e o Irã, diminuiu a demanda por proteção, que havia impulsionado a alta recente dos metais preciosos. O gestor Alves comentou: “Entramos no processo especulativo”.

A correção também teve um componente técnico importante. Após um período de valorização, o mercado atraiu grandes volumes de investimentos, incluindo estratégias quantitativas e investidores de curto prazo, criando posições consideradas “congestionadas”.

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Com a mudança na narrativa do mercado, essa situação resultou em uma liquidação forçada, com investidores realizando lucros e encerrando posições compradas.

Alves comparou o comportamento recente do ouro e da prata com o do Bitcoin, destacando que os metais preciosos passaram a responder a fluxos rápidos e narrativas, em vez de fundamentos de longo prazo. Apesar da correção, o ouro ainda apresentou alta de cerca de 66% em 12 meses, com a expectativa de que o mercado entre em uma fase de maior volatilidade e ajuste, sem necessariamente invalidar a tese de longo prazo.

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