OTAN Aumenta Vigilância no Ártico: Operação “Articy Sentry” e Intervenção de Trump na Groenlândia

OTAN intensifica plano militar no Ártico! Operação “Articy Sentry” preocupa Rússia e China. Trump cobra ação na Groenlândia. Saiba mais!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Otan Intensifica Planejamento Militar no Ártico

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) deu início, na terça-feira (3 de fevereiro de 2026), ao planejamento militar de uma operação na região do Ártico. A operação, batizada de “Articy Sentry” (“Sentinela Ártica”), visa aumentar a presença da aliança na área, que tem ganhado importância geopolítica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Coronel Martin O’Donnell, porta-voz do Quartel-General Supremo das Forças Aliadas na Europa, detalhou que a iniciativa envolve “atividades de vigilância reforçada”.

Operação “Articy Sentry” e Flexibilidade da Aliança

Segundo o Coronel O’Donnell, a Otan possui a flexibilidade de conduzir essa operação de vigilância sem a necessidade de aprovação unânime de todos os seus membros. O comandante supremo aliado da Otan na Europa, general Alexus Grynkewich, é autorizado a planejar e executar essas atividades.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa autonomia é vista como um fator crucial para a agilidade da aliança em um ambiente de crescente instabilidade na região do Ártico.

Reações e Comentários

O ministro da Defesa da Dinamarca, expressou otimismo com o início do planejamento da missão. Em seu perfil no X (ex-Twitter), o ministro destacou a importância da colaboração entre os aliados da Otan para garantir a segurança no Ártico e no Atlântico Norte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

A Dinamarca, como país com fronteira na região, tem um interesse particular na estabilidade da área.

Interesses de Trump e a Groenlândia

Enquanto isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantém seu interesse em controlar a Groenlândia, um território administrado pela Dinamarca. Trump tem reiterado sua preocupação com a falta de proteção da região contra a influência da Rússia e da China.

Em janeiro, o presidente conversou com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, sobre a questão da Groenlândia, sem divulgar detalhes específicos da conversa.

Sair da versão mobile