Indicados ao Oscar 2026: Surpresas e Exclusões
Os indicados ao Oscar 2026 foram anunciados nesta quinta-feira (22), revelando algumas surpresas e exclusões. Filmes e atores que muitos esperavam ver nas listas das categorias não foram selecionados para a maior premiação do cinema, enquanto outros, menos cotados, surpreenderam o público.
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“Wicked: Parte 2” Chocó a Crítica
O título “Wicked: Parte 2”, apesar de não ter levado nenhum Globo de Ouro, foi apontado cinco vezes como concorrente aos prêmios e recebeu mais de cem indicações no total. O primeiro filme, uma adaptação de John M. Chu da obra icônica da Broadway, foi contemplado em 10 categorias da premiação em 2025, mas saiu esnobado da 98ª edição do evento.
“Wicked: Parte 2” – Indicações e Expectativas
“Wicked: Parte 2” chegou a ser cotado por críticos especializados em indicações como Melhor Atriz Coadjuvante para Ariana Grande, Melhor Atriz para Cynthia Erivo e Melhor Figurino. A voz de “Thank U, Next” e “7 Rings” foi preterida por Elle Fanning (“Valor Sentimental”), Inga Ibsdotter Lilleaas (“Valor Sentimental”), Amy Madigan (“A Hora do Mal”), Wunmi Mosaku (“Pecadores”) e Teyana Taylor (“Uma Batalha Após A Outra”).
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Tânia Maria em “O Agente Secreto”
A brasileira Tânia Maria em “O Agente Secreto”, responsável por encarnar dona Sebastiana, uma mulher de 77 anos que abriga refugiados em um prédio em Recife (PE), na produção de Kleber Mendonça Filho, ela era esperada na categoria de Atriz Coadjuvante.
Em uma entrevista, Tânia disse que o trabalho foi quase “uma brincadeira” e nunca imaginou o alcance mundial o longa ganharia.
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Paul Mescal em “Hamnet”
Esperado na categoria de Melhor Ator, o ator irlandês ficou de fora da lista com a interpretação no filme , escrito pela autora irlandesa Maggie O’Farrell e lançado originalmente em 2020. Embora seja uma , tornando difícil prever quem receberia indicações, era esperado que o drama fosse citado na lista de concorrentes ao prêmio já que quatro de seus atores principais estão na disputa por suas atuações.
Brasil em Destaque
O Brasil foi reconhecido na categoria que vai premiar diretores ou produtores de elenco, responsáveis pela pesquisa, seleção e direcionamentos de atores para filmes.
Guillermo del Toro em “Frankenstein”
O diretor mexicano, grandemente conhecido por “O Labirinto do Fauno” (2006) e “A Forma da Água” (2017), era esperado no Oscar por sua nova produção, adaptação do de Mary Shelley. Del Toro concorreu na categoria de Melhor Diretor e perdeu para Paul Thomas Anderson, pelo filme “Uma Batalha Após A Outra”.
Surpresas na Premiação
Elle Fanning em “Valor Sentimental” Atriz não era esperada como participante da lista de Melhor Atriz Coadjuvante, ao lado de Inga Ibsdotter Lilleaas, do mesmo título. O , inclusive, com o Brasil nas categorias e Melhor Filme.
Jacob Elordi em “Frankenstein”
Jacob Elordi conquistou a indicação em Melhor Ator Coadjuvante pela atuação no de Guillermo del Toro. Elordi ganhou o papel após o ator Andrew Garfield desistir do projeto antes do início das filmagens, em março de 2024, quando alegou conflitos de agenda.
Delroy Lindo em “Pecadores”
Filme que , com 16 indicações, não era cotado para a categoria de Melhor Ator Coadjuvante com Lindo. O veterano recebeu uma indicação por sua atuação marcante como Delta Slim.
Kate Hudson em “Song Sung Blue”
Ela apareceu como um dos nomes inesperados na categoria de Melhor Atriz pelo à música de Neil Diamond e inspirado nos hits do artista. Hudson foi indicada ao Globo de Ouro na categoria Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical, perdendo a estatueta para Rose Byrne, em “Se Eu Tivesse Pernas, Eu Chutaria”.
“F1” como Melhor Filme
O longa protagonizado por Brad Pitt — ator que surpreendeu ao ficar fora das listas de atores —, embora tenha gerado entusiasmo entre os votantes mais tradicionais do Oscar, a campanha não parecia suficiente para garantir a vitória, exceto nas categorias técnicas.
