Terapia por Ondas de Choque: Tratamento inovador para lesões musculoesqueléticas! Ortopedista Paulo Roberto Santos destaca eficácia do tratamento com ondas de choque. Saiba mais!
A terapia por ondas de choque tem ganhado destaque como opção de tratamento para diversas lesões musculoesqueléticas, especialmente entre atletas. O procedimento emprega ondas acústicas de alta energia para estimular a regeneração de tecidos afetados, como em casos de tendinites e calcificações.
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Segundo o ortopedista Paulo Roberto Santos, um dos pioneiros no uso dessa técnica no Brasil, “Isso promove a regeneração de tecidos, melhora a circulação e alivia a dor sem necessidade de cirurgia”.
O médico explica que a terapia é um método não invasivo, com aplicação direcionada em pontos específicos do corpo, visando acelerar o processo de cicatrização. Estudos mostram que o tratamento pode levar à reabsorção das calcificações e manter a melhora da dor e da função por pelo menos seis meses após a terapia.
Em casos de tendinose sem calcificação, onde o paciente sente dor progressiva, rigidez matinal e perda de força, os resultados ainda são promissores, mas necessitam de mais estudos com ondas de alta intensidade para definir protocolos e eficácia.
Na fascite plantar, que é a inflamação da fáscia na sola do pé, causando dor ao caminhar ou ficar sentado por longos períodos, as análises indicam um benefício.
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A relação entre a dose utilizada e o efeito observado não é linear. Em geral, há uma tendência de resposta com doses maiores, mas a tolerância do paciente influencia a escolha entre ondas radiais e focalizadas. As ondas eletro hidráulicas, por exemplo, oferecem maior energia e focos de tratamento mais amplos, enquanto as ondas radiais são mais fáceis de aplicar em áreas maiores.
A combinação das duas modalidades tem se mostrado mais eficaz.
É importante ressaltar que a terapia por ondas de choque possui algumas contraindicações, como o uso de anticoagulantes potentes, aplicações na região pulmonar ou de grandes artérias e veias, e a presença de processos infecciosos agudos ou tumores na área de aplicação.
Os efeitos colaterais podem incluir petéquias (pequenos pontos vermelhos ou arroxeados na pele), vermelhidão e hematomas.
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