Orelha: Nova reviravolta chocante! Promotorias investigam coação e apuram conduta do delegado Ulisses Gabriel. Descubra os detalhes!
A 2ª e a 10ª Promotorias de Justiça de Florianópolis intensificaram as investigações no caso envolvendo o cão Orelha, um cachorro comunitário de Praia Brava. Em uma medida tomada na segunda-feira (9), as promotorias solicitaram novas diligências para aprofundar a apuração dos fatos, buscando esclarecer se houve alguma forma de coação durante a investigação policial que levou à agressão contra Orelha.
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A 2ª Promotoria de Justiça, responsável pela área criminal, determinou a coleta de novos depoimentos em até 20 dias, visando confirmar ou negar a ocorrência de coação. A promotoria também se manifestou favoravelmente ao restabelecimento de sigilo no processo, considerando o envolvimento de adolescentes no caso.
A 10ª Promotoria de Justiça, focada na área da Infância e Juventude, pediu à Polícia Civil que aprofunde as investigações nos boletins de ocorrência circunstanciados e que anexe ao processo os vídeos e registros relacionados aos cachorros agredidos em Praia Brava.
Além disso, solicitou a apuração da conduta do delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.
Em resposta a representações protocoladas junto ao Ministério Público, a 40ª Promotoria de Justiça instaurou um procedimento para apurar a conduta de Ulisses Gabriel, delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina. A promotoria baseou sua decisão nas supostas falas do delegado em uma coletiva de imprensa realizada em 27 de janeiro.
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Ulisses Gabriel declarou estar à disposição do Ministério Público e afirmou que não foi notificado sobre a instauração do procedimento.
A investigação policial, que começou em 4 de janeiro, revelou que Orelha foi agredido com um objeto sólido, cujo local não foi identificado. Devido à gravidade dos ferimentos, o cão foi submetido a eutanásia. A Polícia Civil foi notificada do caso apenas no dia 16 de janeiro.
Durante a investigação, um adolescente foi indiciado por responsabilidade pela morte de Orelha, e três adultos foram indiciados por coagir testemunhas. Além de Orelha, outro cão comunitário, chamado Caramelo, sofreu maus-tratos e foi jogado no mar, sendo posteriormente adotado por Ulisses Gabriel.
Ulisses Gabriel reiterou sua confiança na atuação do Ministério Público e afirmou que não foi responsável pela investigação. Ele também ressaltou que as informações que forneceu em coletiva não eram sigilosas e que não violou o sigilo funcional.
Ele mencionou a existência de diversas representações contra a Polícia Civil e a motivação ideológica por trás delas.
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