Manifestações chocam o Brasil por causa da morte de Orelha! Cães comunitários são alvos de violência. Justiça é o grito das ruas em diversas cidades!
No domingo, 1º de fevereiro de 2026, o Brasil amanheceu com cenas de protesto em diversas cidades, todas unidas pela causa de Orelha, um cão comunitário que foi vítima de agressão. A morte do animal desencadeou uma onda de indignação e mobilização, com milhares de pessoas se reunindo para exigir justiça e responsabilização dos envolvidos.
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O caso, que ganhou repercussão nacional, reacendeu o debate sobre a proteção de animais comunitários e a necessidade de medidas mais eficazes para garantir a segurança e o bem-estar dos animais que compartilham espaços públicos com a comunidade.
As manifestações se espalharam rapidamente, desde as grandes metrópoles até cidades menores. Em São Paulo, a concentração na avenida Paulista, em frente ao MASP, atraiu centenas de pessoas que carregavam cartazes com frases como “Justiça por Orelha” e “Lugar de assassino não é na Disney”.
A mobilização também incluía pedidos pela redução da maioridade penal, refletindo a indignação da população com a violência contra os animais. Parlamentares, ativistas e artistas participaram do protesto, demonstrando o amplo apoio à causa.
Além de São Paulo, manifestações ocorreram em outras cidades importantes do país. No Rio de Janeiro, a primeira manifestação começou no Aterro do Flamengo, enquanto a segunda está prevista para Copacabana. Em Florianópolis, onde Orelha foi encontrado morto, a população se reuniu no trapiche da Avenida Beira-Mar Norte.
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Em outras cidades, como Vitória, Belo Horizonte, Brasília, Belém, Fortaleza, Porto Alegre, Manaus, Natal, Ribeirão Preto, Santa Catarina e Salvador, também houve protestos, demonstrando a abrangência do sentimento de indignação.
A Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) está conduzindo as investigações, com o objetivo de identificar e responsabilizar os quatro adolescentes suspeitos de envolvimento na agressão que resultou na morte de Orelha.
A polícia civil já identificou os suspeitos com base em análises de câmeras de segurança e depoimentos de moradores da região da Praia Brava. Uma nova linha de investigação foi aberta para apurar se houve tentativa de coação de testemunha por parte de um policial civil, pai de um dos adolescentes suspeitos.
A delegada responsável pelo caso, Mardjoli Valcareggi, confirmou que a denúncia está sob análise, mas negou qualquer envolvimento direto de agentes públicos nas agressões. O Ministério Público de Santa Catarina acompanha o andamento da apuração, juntamente com a 10ª Promotoria de Justiça da Capital e da 32ª Promotoria, com foco em Meio Ambiente.
O caso de Orelha reacendeu o debate sobre a proteção de animais comunitários, que são cães e gatos que vivem em áreas públicas e recebem cuidados coletivos da vizinhança. Esses animais desempenham um papel importante na comunidade, proporcionando segurança, companhia e contribuindo para a manutenção da ordem.
A defesa desses animais é fundamental para garantir o bem-estar dos animais e a segurança da população.
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