Operação Fallax: Cartel Bancário Desmantelado com R$ 47 Milhões!
Operação Fallax: Desம்பa a rede criminosa que desviava R$500 milhões! Rafael de Gois é alvo principal. 🚀 Descubra os detalhes chocantes!
Operação Fallax Desarticula Organização Criminosa Envolvida em Fraudes Bancárias
Na quarta-feira, 25 de março de 2026, a Polícia Federal iniciou a Operação Fallax, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa suspeita de cometer fraudes bancárias contra diversas instituições financeiras, além de praticar estelionatos e lavagem de dinheiro.
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A investigação, que teve início em 2024, surgiu após a identificação de um esquema complexo voltado à obtenção de vantagens ilícitas.
Alvos da Operação e Investigações em Andamento
De acordo com informações da Polícia Federal, o empresário Rafael de Gois, sócio-fundador e CEO do Grupo Fictor, é um dos principais alvos da operação. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados ao executivo na capital paulista.
Paralelamente, o ex-sócio do grupo, Luiz Rubini, também está sob investigação em São Paulo.
A operação envolve o cumprimento de 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, com atuação em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Além disso, foram determinados o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros, totalizando um montante de R$ 47 milhões.
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Escopo da Investigação e Valores Envolvidos
As fraudes investigadas podem ter ultrapassado a marca de R$ 500 milhões. A PF autorizou medidas de quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 jurídicas, visando o rastreamento de ativos suspeitos. A organização criminosa utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos.
Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos em sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Os valores eram posteriormente convertidos em bens de luxo e criptoativos, com o objetivo de dificultar o rastreamento.
Os investigados poderão responder por organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional. As penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.
Situação Atual do Grupo Fictor
O Grupo Fictor, que contou com o envolvimento de investidores estrangeiros e um aporte de R$ 3 bilhões, enfrentou uma crise após o Banco Central do Brasil decretar a liquidação extrajudicial da instituição, ligada ao empresário Daniel Vorcaro. Após a liquidação, o grupo passou por uma crise reputacional, com resgates de cerca de R$ 2 bilhões por investidores, o que levou ao encerramento das empresas Fictor Holding e Fictor Invest.
Decisões judiciais recentes também atingem o grupo. A desembargadora Maria Lúcia Pizzato, do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou o arresto cautelar de ativos financeiros para garantir o cumprimento de obrigações com operadoras de cartão de crédito da unidade Fictor Pay.
Outro bloqueio foi determinado pela Justiça do Paraná.
Investigações em Curso e Próximos Passos
A Operação Fallax representa um esforço contínuo da Polícia Federal para combater crimes financeiros complexos e proteger os interesses da sociedade. As investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar todos os envolvidos e recuperar os recursos desviados.
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