Operação Fallax: Cartel Bancário Desmantelado com R$ 47 Milhões!

Operação Fallax: Desம்பa a rede criminosa que desviava R$500 milhões! Rafael de Gois é alvo principal. 🚀 Descubra os detalhes chocantes!

25/03/2026 10:51

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Operação Fallax Desarticula Organização Criminosa Envolvida em Fraudes Bancárias

Na quarta-feira, 25 de março de 2026, a Polícia Federal iniciou a Operação Fallax, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa suspeita de cometer fraudes bancárias contra diversas instituições financeiras, além de praticar estelionatos e lavagem de dinheiro.

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A investigação, que teve início em 2024, surgiu após a identificação de um esquema complexo voltado à obtenção de vantagens ilícitas.

Alvos da Operação e Investigações em Andamento

De acordo com informações da Polícia Federal, o empresário Rafael de Gois, sócio-fundador e CEO do Grupo Fictor, é um dos principais alvos da operação. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados ao executivo na capital paulista.

Paralelamente, o ex-sócio do grupo, Luiz Rubini, também está sob investigação em São Paulo.

A operação envolve o cumprimento de 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, com atuação em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Além disso, foram determinados o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros, totalizando um montante de R$ 47 milhões.

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Escopo da Investigação e Valores Envolvidos

As fraudes investigadas podem ter ultrapassado a marca de R$ 500 milhões. A PF autorizou medidas de quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 jurídicas, visando o rastreamento de ativos suspeitos. A organização criminosa utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos.

Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos em sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Os valores eram posteriormente convertidos em bens de luxo e criptoativos, com o objetivo de dificultar o rastreamento.

Os investigados poderão responder por organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional. As penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

Situação Atual do Grupo Fictor

O Grupo Fictor, que contou com o envolvimento de investidores estrangeiros e um aporte de R$ 3 bilhões, enfrentou uma crise após o Banco Central do Brasil decretar a liquidação extrajudicial da instituição, ligada ao empresário Daniel Vorcaro. Após a liquidação, o grupo passou por uma crise reputacional, com resgates de cerca de R$ 2 bilhões por investidores, o que levou ao encerramento das empresas Fictor Holding e Fictor Invest.

Decisões judiciais recentes também atingem o grupo. A desembargadora Maria Lúcia Pizzato, do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou o arresto cautelar de ativos financeiros para garantir o cumprimento de obrigações com operadoras de cartão de crédito da unidade Fictor Pay.

Outro bloqueio foi determinado pela Justiça do Paraná.

Investigações em Curso e Próximos Passos

A Operação Fallax representa um esforço contínuo da Polícia Federal para combater crimes financeiros complexos e proteger os interesses da sociedade. As investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar todos os envolvidos e recuperar os recursos desviados.

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