Operação Dark Trader: Polícia desmantela esquema de lavagem de dinheiro com ligações ao PCC! Milhões em dinheiro movimentados e bens bloqueados. Saiba mais!
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Polícia Civil iniciaram nesta quinta-feira, 12, a Operação Dark Trader, com o objetivo de desmantelar um esquema complexo de lavagem de dinheiro. A operação está ligada ao comércio de eletrônicos e, de acordo com as investigações, possui conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
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A Secretaria da Segurança Pública (SSP) detalhou que a organização criminosa movimentou mais de um bilhão de reais em um curto período, utilizando uma estrutura empresarial elaborada para esconder recursos.
A operação conta com a colaboração do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (Gaepp), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e da Secretaria da Fazenda. Foram cumpridos mandados de prisão e de busca em São Paulo e Santa Catarina.
A complexidade do esquema envolveu a utilização de empresas de fachada, atuando como “contas de passagem” para direcionar os pagamentos, enquanto notas fiscais eram emitidas por terceiros.
Segundo o Ministério Público de São Paulo, a organização criminosa tinha ligações com uma entidade da China. A investigação revelou que o grupo utilizava um sistema sofisticado para desviar o fluxo financeiro, escondendo as receitas obtidas com a distribuição de produtos eletrônicos em todo o país.
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A pasta afirmou que obteve na Justiça o sequestro de bens e valores que podem ultrapassar o valor de um bilhão de reais. Entre os ativos bloqueados, estão imóveis de alto padrão, veículos de luxo, aplicações financeiras e dezenas de contas bancárias.
A investigação também aponta que o grupo utilizava pessoas com histórico criminal ligado a facções para atuar como sócios de fachada e beneficiários de patrimônio elevado, buscando blindar os bens e dificultar a responsabilização dos verdadeiros controladores.
Contadores foram identificados como responsáveis por formalizar documentos e fragmentar os recursos, promovendo confusão patrimonial para fraudar o fisco, credores e o sistema de Justiça. Os crimes fiscais identificados serão comunicados aos órgãos competentes para as providências cabíveis.
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