Operação Compliance Zero: Escândalo Bilionário no Mercado de Capitais! 🚨 A Polícia Federal investiga fraudes complexas com suspeitas de desvio de ativos. Detalhes chocantes e falta de informação no STF! Saiba mais
Em 18 de novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero, uma investigação que se revelou bilionária e complexa, envolvendo suspeitas de fraudes financeiras no mercado de capitais. A PF e o Banco Central da Colônia apontam para um esquema de desvio de ativos e ocultação de prejuízos, mas a divulgação de informações cruciais tem sido um obstáculo.
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Até o momento (mais de três meses após o início das investigações), a Polícia Federal não compartilhou com o Supremo Tribunal Federal os conteúdos de dezenas de aparelhos eletrônicos apreendidos, incluindo 52 telefones celulares.
O Supremo Tribunal Federal (STF) é responsável por relatar o caso, mas a falta de acesso aos dados da PF dificulta significativamente o andamento da investigação. O ministro Dias Toffoli, que foi alvo das investigações, e o Banco Central da Colônia não receberam os materiais apreendidos.
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A primeira fase da Compliance Zero focou no Banco Master, liderado por Daniel Vorcaro, e em outras empresas envolvidas, como Cartos e Tirreno. Sete pessoas foram presas preventivamente (todas já soltas), e outras cinco foram colocadas sob medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleiras eletrônicas.
Foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal.
Durante a primeira fase, foram apreendidos bens e valores significativos, incluindo uma aeronave Falcon 7X (para tentar fugir do país pelo Aeroporto de Guarulhos), obras de arte, veículos, joias e dinheiro em espécie. Além disso, foram apreendidos 13 aparelhos celulares, com os quais as pessoas presas estavam em contato.
Os celulares dos executivos do Banco de Brasília (BRB) foram entregues com as respectivas senhas de acesso, permitindo que a PF tivesse acesso imediato aos seus conteúdos desde novembro de 2025.
Em 28 de novembro de 2025, o TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) concedeu a soltura de Daniel Vorcaro e dos outros quatro executivos do Master, que foram colocados sob medidas cautelares. Os cinco presos foram liberados e colocaram tornozeleiras eletrônicas.
Os pedidos de prisão dos dois restantes (Henrique Souza e Silva Peretto, CEO da Cartos, e André Felipe de Oliveira Seixas Maia, ex-diretor da Tirreno) eram temporários e não foram renovados.
A segunda fase da Compliance Zero ainda não foi divulgada, mas a Polícia Federal prometeu um relatório sobre o caso na segunda-feira (23.fev.2026), embora a abrangência desse relatório ainda não esteja clara.
A investigação continua, com a esperança de que a colaboração entre as agências de segurança e o judiciário possa trazer à tona a verdade por trás das suspeitas de fraude no mercado de capitais.
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