A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), em parceria com forças federais, deflagrou a Operação Alta Potência 2. O objetivo é combater o Primeiro Comando da Capital (PCC) e uma facção criminosa aliada, atuantes na Bahia. A ação visa desarticular a organização e prender seus líderes.
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Um dos principais alvos da operação é Marcos Antonio Santos Chaves, conhecido como “Playboy”, líder da facção baiana e já detido em uma unidade de segurança máxima. Ele era responsável pelo gerenciamento financeiro da organização.
Prisões e Apreensões
Foram presos 15 integrantes da facção, sendo 14 na Bahia e 1 em São Paulo. Em Gandu (BA), durante a operação, houve um confronto com suspeitos, resultando em um ferido, socorrido em unidade de saúde local. Durante a ação, foram apreendidos revólveres, munições, maconha e celulares.
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Investigação e Eixos Operacionais
A investigação teve início após registros de homicídios em Jequié e Ipiaú, no interior da Bahia, em janeiro. Com o apoio da PIC, as investigações foram expandidas, levando à captura de um líder criminoso. A operação identifica dois eixos operacionais: financeiro, responsável pela movimentação de recursos ligados ao tráfico, e operacional, com indivíduos envolvidos na venda direta de drogas e distribuição a varejo.
A operação busca desarticular completamente a facção, localizando e prendendo integrantes envolvidos na venda de drogas e na movimentação financeira. A ação está em andamento.
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Conclusão
A Operação Alta Potência 2 representa um esforço contínuo das autoridades para combater o crime organizado na Bahia, com foco no PCC e suas facções aliadas. A ação visa desarticular as estruturas financeiras e operacionais da organização, além de prender seus líderes e membros.
