ONU Condena Israel por Violações do Direito Internacional na Cisjordânia

Relatório da ONU critica Israel por violações em Cisjordânia. Documento aponta discriminação e “asfixia” de direitos palestinos. Críticas sobre leis e políticas em relação a colonos

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(Imagem de reprodução da internet).

Relatório da ONU Condena Israel por Violações do Direito Internacional na Cisjordânia

Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado na quarta-feira (7), criticou Israel por supostas violações do direito internacional na Cisjordânia, especificamente em relação à implementação de políticas que se assemelham ao “apartheid”.

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O documento detalha como colonos israelenses e palestinos enfrentam sistemas legais distintos, gerando discriminação generalizada na região, incluindo Jerusalém Oriental e a Cisjordânia ocupada.

O relatório, apresentado pelo Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, destaca o impacto das leis, políticas e práticas em curso. A situação, segundo o documento, tem se deteriorado significativamente desde dezembro de 2022.

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Volker Turk, o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, em uma declaração em Genebra, Suíça, classificou as conclusões do relatório como “profundamente alarmantes”. Ele enfatizou que a discriminação sistemática contra palestinos no Território Palestino Ocupado é um problema persistente, com raízes históricas.

Turk ressaltou que as autoridades israelenses aplicam leis e políticas diferentes para colonos israelenses e palestinos residentes na Cisjordânia, resultando em tratamento desigual em áreas cruciais. Ele descreveu isso como uma “asfixia sistemática dos direitos dos palestinos”.

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O relatório afirma que Israel está violando o direito internacional, que exige a proibição e a erradicação da segregação racial e do apartheid. O documento apela à revogação de todas as leis, políticas e práticas que perpetuam a discriminação contra palestinos com base em raça, religião ou origem étnica.

Volker Turk instou as autoridades israelenses a cessarem sua presença ilegal no Território Palestino Ocupado, incluindo o desmantelamento de assentamentos e a evacuação de colonos.

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