ONU Condena Ação Militar Americana e Busca Soluções para Crise Regional

ONU reúne-se para criticar ação militar americana; Colômbia, Rússia e China pedem análise da situação. Embaixador da Venezuela denuncia “guerra colonial”.

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(Imagem de reprodução da internet).

Reunião da ONU Aborda Críticas à Ação Militar Americana

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas realizará uma reunião na próxima segunda-feira, 5, para discutir a situação atual. A reunião, solicitada pela Colômbia com apoio da Rússia e da China, visa analisar as recentes ações.

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O colegiado, composto por 15 países, busca determinar os próximos passos diante da crescente tensão.

Segundo informações diplomáticas, a Colômbia impulsionou a convocação da reunião. A iniciativa busca obter uma resposta formal da comunidade internacional à ação em questão. A Rússia e a China também demonstraram apoio à Colômbia, reforçando a importância da discussão no cenário global.

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Análise da Venezuela sobre a Ação

O embaixador da Venezuela na ONU, Samuel Moncada, expressou sua preocupação através de uma carta enviada ao Conselho. Moncada descreveu a ação como uma “ofensiva” e a classificou como “uma guerra colonial”. Ele argumenta que a ação visa desestabilizar o sistema republicano venezuelano, escolhido pela população, e instalar um governo de controle.

Moncada enfatizou que a ação tem como objetivo explorar os vastos recursos naturais do país, especialmente as maiores reservas de petróleo do mundo. A carta do embaixador destaca a violação da Carta das Nações Unidas, que estabelece princípios de não utilização da força e respeito à soberania dos Estados.

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Reação da ONU à Ação Militar

O porta-voz do Secretário-Geral da ONU, Stéphane Dujarric, classificou a ação militar como um “precedente perigoso”. A declaração ressalta a preocupação da organização com o impacto da ação na estabilidade regional e global. A avaliação busca alertar para as consequências de ações que desafiam os princípios da Carta das Nações Unidas.

(Com informações da agência de notícias Reuters)

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