ONU alerta: EUA e Irã sob pressão com ameaças de Trump e contraproposta iraniana! Tensão na região atinge novo patamar. Saiba mais.
A Organização das Nações Unidas (ONU) manifestou grande preocupação com a escalada da retórica e das atividades militares observadas na região, incluindo o aumento da presença naval e os chamados “jogos de guerra”. Em declarações feitas pelo porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, a organização instou tanto os Estados Unidos quanto a República Islâmica do Irã a continuarem engajados na diplomacia como forma de resolver suas divergências.
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A preocupação surge em um contexto de intensificação das tensões na região.
Após o envio de uma carta do embaixador iraniano nas Nações Unidas ao Secretário-Geral António Guterres, a situação se tornou mais tensa. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, informou que esperava ter um rascunho de contra-proposta pronto em poucos dias, após negociações recentes. A expectativa é que negociações entre EUA e Irã possam ocorrer dentro de uma semana. A ONU enfatiza que qualquer ação militar complicaria os esforços para alcançar um acordo.
Informações da Reuters revelaram que o planejamento militar dos Estados Unidos sobre o Irã havia avançado significativamente. Algumas opções consideradas incluíam ataques direcionados a indivíduos como parte de uma ofensiva, e até mesmo a busca por uma mudança na liderança do país, caso o presidente Donald Trump ordenasse.
A situação é acompanhada de perto pela comunidade internacional.
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Em meio à crescente tensão, o presidente Donald Trump, em uma entrevista, admitiu estar considerando ataques limitados ao Irã como forma de pressão. Em seguida, durante uma coletiva de imprensa, Trump comentou sobre a situação, enfatizando a necessidade de um acordo “justo” com o Irã. Ele mencionou a repressão em Teerã contra protestos, citando números de mortes, embora a verificação desses números seja complexa. Trump afirmou que suas ameaças levaram a liderança iraniana a abandonar planos de execuções em massa.
A organização HRANA (Human Rights Activists News Agency) reportou 7.114 mortes verificadas no Irã, com outras 11.700 sob revisão. A situação continua complexa e sujeita a diferentes interpretações e dados, gerando preocupação global.
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