Almirante russo entrega componente de drone à U.S. – Rússia acusa Ucrânia de tentar atingir Putin.
Um oficial superior das Forças Armadas Russas entregou a um adido militar dos Estados Unidos, na quinta-feira (1º de janeiro de 2026), um componente que Moscou descreve como um drone ucraniano. A Rússia alega que o material contém dados que comprovam que as Forças Armadas da Ucrânia operavam na região de Novgorod, no norte do país.
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As imagens divulgadas pelo Ministério da Defesa da Rússia via Telegram mostram o almirante Igor Kostyukov, chefe da Diretoria Principal do Estado-Maior das Forças Armadas russas, repassando ao representante norte-americano o que ele identificou como o mecanismo de controle de um drone abatido.
Segundo Kostyukov, o componente foi recuperado entre os destroços após a suposta ofensiva.
Moscou afirma que a Ucrânia utilizou 91 drones de longo alcance na tentativa de atingir a área. O governo russo sustenta que a análise dos dados armazenados no controlador de navegação do equipamento indica “sem qualquer dúvida” que o alvo do ataque seria o complexo de edifícios que abriga uma das residências presidenciais russas.
“Presumimos que essa medida eliminará quaisquer questionamentos e permitirá que a verdade seja estabelecida”, declarou o almirante Kostyukov.
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Moscou afirma que a Ucrânia tentou atingir a área com 91 drones de longo alcance. O governo russo sustenta que a análise dos dados armazenados no controlador de navegação do equipamento indica “sem qualquer dúvida” que o alvo do ataque seria o complexo de edifícios que abriga uma das residências presidenciais russas.
“Presumimos que essa medida eliminará quaisquer questionamentos e permitirá que a verdade seja estabelecida”, declarou o almirante Kostyukov.
Moscou afirma que a Ucrânia tentou atingir a área com 91 drones de longo alcance. O governo russo sustenta que a análise dos dados armazenados no controlador de navegação do equipamento indica “sem qualquer dúvida” que o alvo do ataque seria o complexo de edifícios que abriga uma das residências presidenciais russas.
“Presumimos que essa medida eliminará quaisquer questionamentos e permitirá que a verdade seja estabelecida”, declarou o almirante Kostyukov.
Moscou afirma que a Ucrânia tentou atingir a área com 91 drones de longo alcance. O governo russo sustenta que a análise dos dados armazenados no controlador de navegação do equipamento indica “sem qualquer dúvida” que o alvo do ataque seria o complexo de edifícios que abriga uma das residências presidenciais russas.
“Presumimos que essa medida eliminará quaisquer questionamentos e permitirá que a verdade seja estabelecida”, declarou o almirante Kostyukov.
A Ucrânia negou ter conduzido qualquer ataque contra Putin e classificou a acusação como parte de uma campanha de desinformação do Kremlin. Autoridades ucranianas afirmam que a narrativa teria como objetivo provocar desgaste na relação entre Kiev e Washington, após um encontro entre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 28 de dezembro. Autoridades de segurança nacional norte-americanas concluíram que a Ucrânia não teve como alvo Putin nem qualquer de suas residências no suposto ataque com drones. Trump inicialmente demonstrou simpatia pela acusação russa.
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