OAB Ataque Surpresa a Alexandre de Moraes: Wassef no Centro de Nova Guerra Judicial!

OAB ataca Moraes! Inquérito contra Wassef é questionado no STF. Detalhes chocantes sobre o caso envolvendo Frederick Wassef e Bolsonaro. Saiba mais!

01/04/2026 16:21

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(Imagem de reprodução da internet).

OAB Questiona Ampliação de Inquérito com Dados de Wassef no STF

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira, 1º de abril de 2026, buscando impedir que o ministro Alexandre de Moraes avance com um novo inquérito utilizando dados extraídos dos celulares do advogado Frederick Wassef. A petição, assinada pelo presidente da OAB, Beto Simonetti, surge após quase três anos desde a apreensão dos aparelhos em agosto de 2023.

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A corporação encaminhou a análise do material apreendido ao STF em 4 de março de 2026, destacando a existência de “eventos fortuitos” nos celulares de Wassef que, segundo a OAB, deveriam ser tratados em um procedimento separado. A OAB argumenta que o longo período entre a apreensão e a identificação de possíveis novas evidências criminais pela Polícia Federal compromete a legalidade da expansão do inquérito.

Os advogados da OAB consideram que a busca por provas, na prática, se configura como uma “fishing expedition”, uma busca especulativa e sem um alvo definido, o que é proibido pela Constituição. Eles solicitam que, caso o STF autorize o novo procedimento, a defesa de Wassef tenha acesso irrestrito ao material já documentado, conforme determina a Súmula Vinculante 14 do próprio Supremo.

O caso envolve Frederick Wassef, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi alvo de um mandado de busca e apreensão em 2023, durante investigações sobre a venda ilegal de joias da Arábia Saudita no exterior. Além de Wassef e Bolsonaro, outros indivíduos, incluindo Mauro Cid e Marcelo Costa Câmara, também foram indiciados pela Polícia Federal em julho de 2024, com acusações de associação criminosa, lavagem de dinheiro e apropriação de bens públicos.

A Polícia Federal concluiu que havia indícios dos crimes mencionados. A Procuradoria Geral da República (PGR) já havia se manifestado em março deste ano, pedindo o arquivamento do inquérito que tramita no Supremo, argumentando que não existe uma lei específica sobre a destinação de presentes recebidos pelo Presidente da República de autoridades estrangeiras.

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Em janeiro deste ano, a auditora fiscal Marcia Cecília Meng iniciou o procedimento de perdimento dos bens doados pela Arábia Saudita ao governo de Bolsonaro, que atualmente estão armazenados na Caixa Econômica Federal. A Receita Federal solicitou a transferência da propriedade da União para fins de instrução fiscal, que pode resultar na perda dos bens.

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