“O Diabo Veste Prada” volta em 2026: Miranda enfrenta o colapso da mídia?

“O Diabo Veste Prada” volta em 2026! A nova trama explora a crise do jornalismo impresso, reunindo o elenco em Nova York. Prepare-se para o retorno!

20/04/2026 12:54

4 min

“O Diabo Veste Prada” volta em 2026: Miranda enfrenta o colapso da mídia?
(Imagem de reprodução da internet).

“O Diabo Veste Prada” Retorna em 2026: Crise do Jornalismo Impresso no Centro da Trama

Vinte anos após o impacto de Miranda Priestly paralisar uma redação com apenas um olhar, o filme “O Diabo Veste Prada” está de volta. A sequência está programada para estrear em 1º de maio de 2026, reunindo o elenco principal. O roteiro foca na crise do jornalismo impresso, equilibrando a nostalgia para os fãs do original com a modernidade necessária para não parecer artificial.

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Produção e Recepção Antecipada

Produzido pela 20th Century Studios, o filme foi chamado de “sequência evento” pela crítica especializada. As filmagens ocorreram em 2025, com o primeiro teaser lançado no mesmo ano e o trailer completo em fevereiro de 2026. O entusiasmo gerado foi tão grande que, segundo Meryl Streep em entrevista à Vogue, foram necessárias barreiras policiais em Nova York durante as gravações.

A Emoção do Retorno

“Não estava preparada para o ataque de boa vontade e atenção ávida”, relatou a atriz. A trama central, conforme divulgado pela Variety, coloca a editora mais temida do mundo da moda em um modo de sobrevivência.

Miranda e o Declínio do Modelo Impresso

A poderosa editora enfrenta o colapso do modelo de negócio que a sustentou: as revistas impressas perdem espaço, e os recursos migram para plataformas digitais e grandes conglomerados de luxo. A influência de uma editora-chefe, por mais lendária que seja, não é mais o poder econômico de antes.

O Conflito de Interesses

A situação se torna mais complexa com a presença de Emily Charlton, a ex-primeira-assistente que Miranda humilhou por anos. Hoje, Emily é uma executiva influente em um grupo de luxo que detém o dinheiro de publicidade vital para a Runway.

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A dinâmica, apontada pelo Deadline como o cerne do conflito, é uma reviravolta de poder carregada de um rancor acumulado. Emily Blunt, que interpreta a personagem, brincou sobre o tema, mencionando que “Ela e Meryl sempre têm beef em todos os filmes que fazem juntas”.

O Arco de Andy e a Realidade Pós-Digital

O papel de Anne Hathaway na continuação ainda é envolto em mistério nos materiais oficiais. Vazamentos indicam que a personagem permanece na área editorial/jornalística, mas em uma fase de carreira mais madura.

A Perspectiva de Hathaway

Anne Hathaway compartilhou com o Today Show que o que a atraiu foi um roteiro que encontrava “verdade” no cenário pós-digital. Ela enfatizou a importância de abordar temas como trabalho tóxico, precarização e privilégios, algo mais presente no público atual do que em 2006.

A atriz comentou que o guarda-roupa precisou ser pensado para parecer “estiloso, mas plausível” financeiramente, pois o público não aceita suspender a descrença em relação à economia dos personagens.

Elenco e Continuidade Criativa

O elenco principal está completo com o retorno de Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, nos papéis de Miranda, Andy, Emily e Nigel, respectivamente. No entanto, a sequência traz um elenco de apoio renovado para refletir o novo ecossistema de mídia e moda.

Novos Rostos e Ausências

Kenneth Branagh assume o papel de marido de Miranda, adicionando uma camada de vida pessoal ausente do primeiro filme. Lucy Liu, Justin Theroux, B.J. Novak, Pauline Chalamet e Conrad Ricamora também fazem parte do elenco. Adrian Grenier, namorado de Andy no original, não retornará, segundo o ator em entrevistas ao Page Six.

A base criativa permanece com David Frankel na direção, Aline Brosh McKenna no roteiro e Wendy Finerman na produção. Essa escolha visa manter o equilíbrio entre a sátira de bastidores e o desenvolvimento emocional que caracterizaram o filme original.

Conclusão: Um Retorno Equilibrado

A expectativa é que a nova iteração consiga honrar a memória do filme original sem cair em um mero “fanservice vazio”, mantendo o foco na tensão profissional e nas mudanças estruturais da indústria.

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