Novo exame prático de direção é lançado e promete fim das “pegadinhas”! 🚀 Descubra as mudanças que vão revolucionar sua aprovação. 🚦 #Senatran #TrânsitoSeguro
O Brasil acaba de adotar uma nova regra para o exame prático de direção, buscando uma avaliação mais justa e realista das habilidades dos candidatos. A publicação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular (MBEDV) no último domingo, 1º, marca o fim de critérios que eram considerados artificiais e punitivos, com o objetivo de preparar os futuros motoristas para os desafios do trânsito cotidiano.
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A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) implementou uma série de mudanças para tornar o exame mais condizente com a realidade das vias urbanas. Uma das principais alterações é o fim da baliza, que deixa de ser uma etapa eliminatória e se torna apenas um exercício de estacionamento final, sem cronômetro e com a possibilidade de o candidato utilizar a marcha à ré, desde que garanta a segurança.
A vaga de estacionamento terá um tamanho adequado ao veículo, com um adicional de 50% da sua dimensão, evitando exigências de extrema precisão.
O novo manual estabelece que o percurso do exame deve começar com situações simples e avançar gradualmente em complexidade, incluindo, no mínimo, uma parada obrigatória, uma travessia de pedestres e conversões à direita e à esquerda. Além disso, o examinador poderá interromper o exame caso identifique um risco iminente, sem atribuir nota.
A pontuação agora se baseia em infrações leves (1 ponto), médias (2), graves (4) e gravíssimas (6), com reprovação acima de 10 pontos.
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O objetivo principal do novo modelo é avaliar a capacidade do candidato de interagir com outros veículos e pedestres, além de sua leitura do trânsito e tomada de decisões. A Senatran enfatiza que o exame deve refletir o trânsito cotidiano da região, sem simulações artificiais.
A utilização de veículos automáticos no exame prático é permitida, e as regras devem ser aplicadas de forma uniforme em todas as unidades da federação, embora os trajetos variem de acordo com o desenho urbano local.
As mudanças visam reduzir o número de condutores informais no país, tornando o processo mais justo, menos burocrático e mais acessível. O novo exame busca formar condutores mais conscientes e preparados para o trânsito real, além de reforçar o papel da prova como instrumento de segurança viária.
O Ministério dos Transportes acredita que essa nova abordagem contribuirá para a redução de acidentes e para a promoção de um trânsito mais seguro e eficiente.
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