Novo centro administrativo em SP: 2 consórcios disputam licitação milionária! 💰 Governo estadual se prepara para receber 22 mil servidores em complexo de R$ 6 bilhões. Saiba mais!
O governo de São Paulo está se aproximando da conclusão do novo centro administrativo, localizado nos Campos Elíseos, no coração da capital. O processo de licitação para a construção e manutenção do complexo atraiu dois consórcios interessados em assumir o projeto, conforme apurou o Poder360.
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Os consórcios apresentaram suas propostas para o leilão, marcado para a quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, às 10h.
O Consórcio Acciona-Construcap, formado pela Construcap, e o Consórcio MEZ-RZK Novo Centro, composto pela Zetta infraestrutura, M4 Investimentos, Engemat, RZK empreendimentos imobiliários e Iron Property, são os concorrentes. O futuro complexo promete ser um marco na administração estadual, com previsão de contar com sete edifícios e dez torres, além de espaços para apresentações, auditórios e áreas multifuncionais.
As condições do edital estabelecem que a empresa vencedora será responsável não apenas pela construção, mas também pela operação e manutenção do espaço durante todo o contrato. Isso inclui serviços essenciais como limpeza, segurança e conservação das instalações.
O critério de avaliação do governo será o maior desconto oferecido em relação à contraprestação pública mensal máxima, que está fixada em R$ 76,6 milhões.
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O projeto arquitetônico foi selecionado por meio de um concurso público nacional e foi desenvolvido pelo escritório Ópera Quatro Arquitetura, que também ficará responsável por elaborar os projetos básico e executivo após a definição da empresa concessionária.
A centralização administrativa, com previsão de abrigar cerca de 22 mil servidores estaduais, representa um investimento estimado em R$ 6 bilhões e um contrato de concessão de 30 anos. O governo estadual espera que a medida reduza custos operacionais e melhore a eficiência da gestão pública.
Além disso, a construção do novo centro administrativo deve gerar aproximadamente 38 mil empregos durante a fase de obras e 2.800 vagas formais permanentes no comércio e serviços da região circundante. A expectativa é de que o novo complexo se torne um importante polo de atendimento e um catalisador para o desenvolvimento econômico da área central de São Paulo.
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