Novo Agressa Ministro do STF com Evidências do Banco Master
Integrantes do partido Novo no Congresso Nacional protocolaram uma representação formal nesta quinta-feira, 21 de fevereiro de 2026, contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação se seguiu ao que a Polícia Federal (PF) descobriu em dispositivos eletrônicos de , fundador do Banco Master.
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A PF também realizou um pedido de extrato ao ministro.
Um formulário de cadastro para alertas grátis, disponibilizado pelo Poder360, foi preenchido de acordo com os termos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Segundo informações divulgadas pelo portal UOL, o conteúdo apreendido nos aparelhos do empresário revelou conversas entre ele e o ministro Toffoli.
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As conversas mencionariam também integrantes do Congresso Nacional e outras pessoas, tanto com quanto sem prerrogativa de foro especial no STF. O ministro Toffoli é o relator de uma das apurações relacionadas à tentativa de compra do Banco Master pelo BRB (Banco de Brasília).
Toffoli mantém a posição de que não há motivos para se declarar impedido de julgar o processo principal sob sua relatoria. A Polícia Federal entregou na segunda-feira, 9 de fevereiro, ao presidente do STF, , documentos solicitando novas investigações relacionadas ao caso.
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Ele já redistribuiu ao menos dois casos relacionados ao inquérito para instâncias inferiores: a investigação contra o ex-presidente do Rioprevidência (Fundo Único de Previdência Social do Rio de Janeiro), Deivis Marcon Antunes, e contra o investidor Nelson Tanure, alvo da segunda fase da operação Compliance Zero.
O Poder360 ouviu diversos interlocutores que indicam que o ministro não demonstrou intenção de ceder a relatoria da investigação que imputa fraudes ao Banco Master – e que resultaram em um rombo de R$ 47,3 bilhões, o maior da história bancária brasileira.
Toffoli tem afirmado de maneira resoluta que pretende que o caso resulte em medidas estruturantes para dar mais segurança ao mercado financeiro brasileiro.
