A Nova Edição do IDI Revela o Crescimento do Nordeste no Mercado Imobiliário
A mais recente edição do Índice de Desenvolvimento Imobiliário (IDI) destacou a força do mercado imobiliário brasileiro, com um foco significativo no Nordeste. O estudo demonstra uma mudança notável, com cidades da região assumindo a liderança nacional em diversos segmentos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Destaques Regionais
Fortaleza, no Ceará, emergiu como a cidade mais atrativa para novos projetos, superando historicamente São Paulo. Esse crescimento foi impulsionado pelo fortalecimento do programa Minha Casa Minha Vida e por um verdadeiro aquecimento do mercado na região.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Recife, em Pernambuco, também se consolidou como um dos principais polos, enquanto Salvador, na Bahia, e São Luís, no Maranhão, apresentaram avanços expressivos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
Crescimento de Belém
Belém, capital paraense, também se destacou, com um avanço significativo em todos os padrões analisados, especialmente no segmento médio. Esse crescimento foi impulsionado por investimentos públicos em infraestrutura urbana, como BRTs, parques, praças e a revitalização de canais, o que impactou positivamente a qualidade de vida da população, considerando que cerca de 75% das residências são irregulares e 57% da população vive em favelas, conforme dados do Censo de 2022 do IBGE.
Análise do Ranking
O ranking do IDI revelou uma distribuição regional mais equilibrada, com três capitais do Nordeste, três do Sul, duas do Centro-Oeste e duas do Sudeste ocupando as primeiras posições. Essa diversificação indica um mercado imobiliário brasileiro mais robusto e com oportunidades em diferentes regiões do país.
Metodologia do Estudo
O modelo matemático utilizado para calcular o IDI avaliou a atratividade das cidades brasileiras para projetos imobiliários por meio de seis indicadores principais. Esses indicadores abrangem aspectos essenciais do mercado, como a demanda por imóveis, a dinâmica econômica, a oferta de terceiros, a demanda direta, a atratividade para lançamentos e a atratividade para antigos lançamentos.
Cada indicador foi ponderado por especialistas para refletir sua relevância.
Os indicadores incluem a análise da demanda por imóveis, a capacidade do município de gerar ciclos de demanda, a disponibilidade de imóveis oferecidos por outros agentes, a demanda ativa por imóveis, o desempenho de lançamentos com mais de 12 meses e a atratividade para novos lançamentos.
O resultado do modelo é uma lista de cidades com maior atratividade, apresentadas em forma de ranking com base no cálculo do IDI. A escala de atratividade vai de 0,000 a 1,000, onde as cidades que obtiverem um score próximo de 1,000 são consideradas altamente atrativas.
Conclusões
A edição do IDI reforça a importância do Nordeste no mercado imobiliário brasileiro, evidenciando o potencial de crescimento das cidades da região. O estudo oferece insights valiosos para investidores, construtores e demais interessados no setor, permitindo identificar as melhores oportunidades de investimento e impulsionar o desenvolvimento do mercado imobiliário no país.
