Nikolas Ferreira sob investigação do CNDH por declarações polêmicas sobre escolas

CNDH acusa deputado Nikolas Ferreira por declarações polêmicas! Representação contra o PL do Controle Parental levanta sérias questões sobre ética na educação.

27/04/2026 03:54

2 min

Nikolas Ferreira sob investigação do CNDH por declarações polêmicas sobre escolas
(Imagem de reprodução da internet).

CNDH Ingressa com Representação Contra Deputado Federal Pelo Conteúdo Polêmico

O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), órgão vinculado ao governo federal, formalizou uma representação contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). A ação busca que o Ministério Público Federal inicie uma investigação sobre declarações controversas feitas pelo congressista em agosto de 2025.

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As declarações polêmicas ocorreram durante uma participação no programa “Pânico”, da Jovem Pan. No programa, Nikolas Ferreira alegou que professores estariam exibindo vídeos pornográficos em salas de aula, utilizando sua posição de poder para influenciar alunos e obter vantagens pedagógicas.

Ele mencionou um projeto de lei, que rapidamente se tornou conhecido como “Lei do Controle Parental”, que visava proteger crianças e adolescentes no ambiente digital.

O deputado argumentou que alguns professores estariam incentivando beijos entre alunos para fins de avaliação, caracterizando uma forma de erotização dentro das escolas. Essas alegações geraram grande repercussão e preocupação, levantando questões sobre a ética e a conduta profissional no ambiente educacional.

A jornalista Mônica Bergamo, do jornal “O Informação”, reportou que o CNDH já havia enviado três ofícios a Nikolas Ferreira, solicitando esclarecimentos sobre as declarações. No entanto, o deputado não respondeu às solicitações, levando o CNDH a entrar com uma representação no Ministério Público do Trabalho.

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A representação formalizada pelo CNDH destaca que as falas do deputado imputaram o crime de divulgação de cenas de sexo ou pornografia ao magistério brasileiro sem qualquer evidência ou fundamentação. A ação alega que as declarações prejudicaram a reputação de milhares de professores, configurando crimes de calúnia, difamação e injúria.

O Poder360 tentou obter um posicionamento do deputado Nikolas Ferreira por meio de e-mail enviado na segunda-feira, 27 de abril de 2026, ao seu gabinete, mas ainda não recebeu resposta. O canal mantém o espaço aberto para a manifestação do parlamentar sobre o assunto.

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