Nike Flight CBF: A revolução tecnológica que transformou o Brasileirão! Descubra a história da bola no futebol brasileiro, desde as bolas de couro até os modelos com tecnologia de ponta. Saiba como a inovação mudou o jogo e os recordes do campeonato
A bola sempre foi o coração de qualquer partida de futebol, mas sua história no Campeonato Brasileiro é muito mais do que apenas um objeto esportivo. É uma narrativa de modernização, inovação e a busca constante por otimizar o desempenho dos jogadores.
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Ao longo das décadas, a forma, o material e a tecnologia da bola do Brasileirão passaram por transformações significativas, impactando diretamente a velocidade do jogo, a precisão dos chutes e a performance dos atletas. Vamos explorar essa jornada, desde as bolas de couro até os modelos de alta tecnologia que vemos hoje.
Nas primeiras décadas do futebol brasileiro, a padronização era um conceito praticamente inexistente. Os jogos eram disputados com modelos de couro, popularmente conhecidos como “capotão”. Essas bolas eram caracterizadas por uma costura externa grossa e uma câmara de ar interna inflada através de um bico amarrado por um cadarço de couro.
As principais características dessa era eram: peso variável, devido à absorção de água em dias de chuva, tornando a bola extremamente pesada e perigosa para cabeceios; formato irregular, com a esfericidade não sendo perfeita, o que resultava em quiques e trajetórias imprevisíveis; e falta de padronização, com cada clube podendo utilizar um modelo diferente, sem um padrão unificado para a competição.
A mudança começou a se consolidar a partir da década de 1970, com a introdução de bolas com painéis sintéticos e a influência de modelos internacionais, como a Adidas Telstar da Copa do Mundo. Marcas nacionais como Penalty e Topper passaram a dominar o mercado, trazendo os primeiros modelos com maior resistência à água e melhor consistência de formato.
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A grande virada tecnológica ocorreu a partir do final dos anos 1990, quando a Nike se tornou a fornecedora oficial de bolas para as competições organizadas pela CBF. Essa parceria estabeleceu um padrão único e introduziu inovações que transformaram a dinâmica do jogo.
A evolução se concentrou em três pilares principais: materiais, construção e aerodinâmica. As principais inovações tecnológicas incluem: painéis termossoldados, que eliminaram a costura manual, criando uma superfície mais lisa e esférica, além de impedir quase que totalmente a absorção de água; texturas e ranhuras, como a tecnologia Aerowsculpt, que ajudam a estabilizar a trajetória da bola no ar, tornando-a mais previsível para os jogadores; e materiais compostos, que evoluíram do couro sintético para múltiplas camadas, incluindo espuma e tecidos, garantindo um toque mais macio, melhor resposta ao chute e durabilidade.
Além disso, o design evoluiu para cores vibrantes e grafismos contrastantes, melhorando a visibilidade da bola para jogadores e espectadores.
Ao longo das décadas, algumas bolas se tornaram símbolos de suas respectivas épocas, marcando temporadas e gols inesquecíveis. O lançamento da nova bola do Brasileirão se tornou um evento de marketing, com designs que buscam refletir a cultura e a paixão do futebol brasileiro.
Modelos como o Topper KV Carbon 12 (um clássico dos anos 1990), a Nike Total 90 Aerow e a Nike Ordem (que introduziu painéis soldados e ranhuras aerodinâmicas) marcaram época. O modelo mais recente, a Nike Flight CBF, representa o auge da tecnologia, com um design focado em estabilidade de voo.
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