Nike e Puma se destacam na fase final da Copa do Mundo 2026

A fase final da Copa do Mundo de 2026 redefiniu a dinâmica entre as grandes fabricantes de material esportivo, com a Nike e a Puma se destacando em meio à disputa acirrada. O tornejo, realizado nos Estados Unidos, Canadá e México, impulsionou a visibilidade de marcas como Adidas e Puma, que vestem a maioria das seleções participantes.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Disputa de Patrocínios
Inicialmente, a Adidas liderava o ranking de seleções patrocinadas, com 14 equipes no início do torneio. No entanto, na primeira rodada da fase eliminatória, a marca alemã sofreu uma série de perdas, deixando quatro seleções de uma só vez. A Nike, que havia iniciado o torneio com 12 equipes, consolidou sua posição na liderança.
Equipes como Turquia e Uruguai foram eliminadas ainda na fase de grupos, enquanto a Holanda perdeu para o Marrocos nos pênaltis. A França, apontada como uma das favoritas ao título, e a Alemanha, África do Sul, Japão e Suécia, também avançaram para as oitavas de final.
Desempenho das Marcas
A Nike se destacou no quesito artilharia, impulsionada pelos gols de Kylian Mbappé. A Adidas dependia fortemente de Lionel Messi, enquanto a Puma apostava em Ismaïla Sarr, do Senegal, que foi eliminado na fase de grupos.
Cristiano Ronaldo, vestindo Puma, teve um desempenho discreto, com apenas dois gols marcados e sem balançar as redes em jogos de mata – mata. Nike e Adidas não se enfrentaram diretamente em jogos entre equipes ainda vivas na competição, o que mudará nas oitavas de final com os confrontos entre México e Inglaterra e entre Estados Unidos e Bélgica.
Leia também
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Estratégias de Marketing
Paralelamente ao desempenho em campo, a Nike lançou a campanha “Rip the Script”, que reúne jogadores de elite como Mbappé, Ronaldo, Vinicius Junior e Haaland. A iniciativa, que mistura humor e performance, busca romper com as fórmulas tradicionais de marketing esportivo, buscando uma conexão mais autêntica com os atletas e o público.
Segundo Helena Thornton, vice – presidente global de gestão de marca da Nike, a campanha visa explorar o desejo dos atletas por liberdade e instinto dentro e fora de campo, além de investir em plataformas como a “Toma”, voltada ao futebol de rua.
A marca busca utilizar o momento da Copa para impulsionar um trabalho de longo prazo, aproveitando o apelo global do futebol como ponto de conexão para diferentes públicos.
Internamente, a Nike enxerga os grandes eventos esportivos como oportunidades para reunir equipes de diferentes áreas da companhia em discussões sobre inovação de produto e marketing. A empresa, que atravessa um momento de recuperação de resultados, utiliza a Copa do Mundo como um dos pilares dessa estratégia.
Representação de Países
Além das marcas principais, outras empresas também participam do torneio. A Capelli patrocina Cabo Verde, ainda sem vitória diante da Argentina até a última rodada disputada. Umbro e Kelme também estão representadas, com República Democrática do Congo e Bósnia e Herzegovina, respectivamente.
Com o fim da fase de grupos, a disputa se concentra em seis equipes, incluindo a Argentina de Messi e a Espanha, tradicional candidata ao título.
Autor(a):
redacao
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.


